Confira aqui quais os principais benefícios da Dieta Vegana.

Você conhece a dieta vegana? Os veganos seguem uma dieta muito rigorosa sem carnes, ovos, leites ou derivados. A dieta, além de auxiliar na redução de medidas, ajuda a combater doenças crônicas como, por exemplo, diabetes, obesidades e problemas que podem estar relacionados ao coração. Normalmente, existem confusões sobre a dieta vegetariana, que exclui o consumo de carne, peixes ou aves, e a vegana.

A dieta vegana contempla uma base alimentar formada por frutas, legumes, verduras, grãos integrais, nozes, entre outros. Além disso, de acordo com alguns estudos, a perda de peso desta dieta esta relacionada ao consumo de menos calorias diárias. Desta forma, há redução na gordura corporal.

Segundo o American Journal of Clinical Nutrition, a maioria das pessoas que seguem a dieta vegana conta com Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 19. Sendo que a pessoa que tem IMC menor que 18 pode indicar que o indivíduo está abaixo do peso adequado. Além disso, de acordo com American Dietetic Association, dietas veganas são recomendadas para indivíduos que tem diabetes ou que querem se prevenir do problema. A explicação é que uma alimentação sem carne e produtos derivados do leite auxiliam no controle de peso.

A dieta também protege o coração e muitas pessoas, atualmente, estão mudando os seus hábitos alimentares e optando pelo veganismo, mesmo que seja por pouco tempo com o objetivo de perder peso, por exemplo.

Que tal conhecer algumas vantagens da dieta vegana?

  • O veganismo reduz o índice de câncer, devido ao maior consumo de antioxidante, que também protege o coração.
  • A dieta também oferece proteção contra o hipotireoidismo.
  • Reduz o risco de catarata.
  • Promove a saúde e o bom funcionamento dos rins, porque ajuda a prevenir doenças crônicas.
  • Auxilia na redução de peso, ou seja, na manutenção de peso.
  • Estende a longevidade, foi o que mostrou algumas pesquisas devido ao consumo de nutrientes que fazem parte da dieta.

Por Babi


Confira aqui o que é e quais as diferenças entre Vegetariano e Vegano.

O veganismo e o vegetarianismo são dois estilos de vida muito distintos que começaram a ganhar atenção da mídia há algum tempo. Claro que eles possuem algumas características em comum, mas não são “a mesma coisa”, como muitas pessoas dizem ao serem corrigidas pelo uso de uma das expressões. Para esclarecer a dúvida e evitar passar apertos numa conversa sobre o assunto, vejamos os principais pontos onde os dois se diferem.

Comecemos pela definição de vegetarianismo. O que é afinal um vegetariano? Vegetarianos são pessoas cuja dieta é baseada somente em produtos e alimentos que não envolvem mortes de animais, então não comem qualquer tipo de carne, frango e peixe. Contudo, esse tipo de dieta pode incluir laticínios, ovos e seus derivados, já que sua produção não envolve sacrifício animal.

Deve-se apontar também que existem vários tipos de vegetarianismo. Os ovo-lacto-vegetarianos consomem ovos e leites, já os lacto-vegetarianos consomem somente leite e excluem os ovos, enquanto que os ovo-vegetarianos são o contrário e consomem ovos e excluem leite. Também existem dietas baseadas somente no consumo de frutas e outras somente no consumo de alimentos crus.

O veganismo já difere bastante em sua definição, ele não está relacionado somente à dieta, mas também ao estilo de vida. Um vegano exclui de seu consumo todos alimentos e produtos relacionados à exploração animal, nessa lista entram tecidos, peles, ovos, laticínios e derivados e produtos com testes em animais.

Os veganos também não participam de entretenimentos que envolvam maus-tratos aos animais como rinhas, rodeios e circos. Também tentam abster-se de comércios que explorem animais como pet-shops que vendam bichinhos e venda de produtos de origem animal.

Vê-se então que, apesar de veganismo e vegetarianismo serem dois tipos de estilos de vida louváveis, não são iguais. A maior diferença é que enquanto o vegetariano aborda a questão ética somente na alimentação, o vegano a aplica em todas as esferas de sua vida.

Por Gizele Gavazzi


Se você é um vegetariano, com certeza já deve ter passado por vários questionamentos como: "Você só come salada?", "Mas você come frango pelo menos?" ou "Um pé de alface também possui vida". Você pode até ter sido um desses questionadores. Em todo caso, entenda agora tudo sobre isso:

1. Saiba diferenciar os tipos:

Antes do mais nada, existem alguns tipos de perfis relacionados ao vegetarianismo, e são eles:

– Vegetariano: pessoa que normalmente não come nenhum tipo de carne. Mas, há alguns que ingerem alimentos derivados e de origem animal, tais como ovos e laticínios. Esses são chamados de ovolactovegetarianos ou apenas lactovegetarianos.

– Vegetariano estrito ou vegano: não ingerem nada que provém de um animal. Eles normalmente se alimentam só com alimentos da terra e se recusam a usar até roupas de couro, além de produtos testados em animais, por exemplo.

2. Alimentação vegetariana ou vegana:

Uma pessoa vegetariana ou vegana troca a proteína da carne, considerada uma proteína animal, por proteínas de origem vegetal. Essas proteínas vegetais normalmente derivam-se da soja e de outros legumes que podem ser processados separadamente para ser acrescentado na alimentação, tais como a batata, os cereais, e outros grãos. Hoje em dia ficou mais fácil levar uma alimentação vegetariana. Em grandes supermercados, por exemplo, é possível encontrar congelados e até produtos laticínios de origem vegetal, que há pouco tempo atrás eram inexistentes ou até inacessíveis por grande parte da população. Há ainda restaurantes e pizzarias com diversos cardápios que apresentam alimentação vegana ou vegetariana.

3. Teorias e práticas:

Durante muito tempo, o vegetarianismo e o veganismo foram vistos como pessoas ligadas à alguma seita ou religião, além de dogmas padronizados por uma certa teoria ou filosofia. Pode até ter ser verdade, na maioria dos casos. Além daqueles que se sensibilizam pela causa animal, vale lembrar também que existem pessoas que são adeptas ao conceito para benefício próprio.

Por Daniela Almeida da Silva





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