O mundo da moda apresenta inúmeros aspectos passíveis de consideração. O principal deles talvez não esteja relacionado às roupas em si, mas às exigências corporais de cada modelo, mulher ou homem. O sexo feminino, especialmente, se vale de inúmeras técnicas para obter a tão sonhada magreza caso ainda não tenha sido alcançada.

As revistas relacionadas diretamente ao assunto, com fórmulas mágicas de dietas milagrosas, aguçam o âmago. Embora sejam relatados pela imprensa, audiovisual ou escrita, os inibidores de apetite, uma das técnicas utilizadas, podem gerar problemas mais sérios do que se imagina.

Dificilmente de ser diagnosticada com antecedência, a Hipertensão Arterial Pulmonar, ou HAP, estaciona e causa males no corpo das pessoas. Segundo Cyanna Ravetti, cardiologista pediátrica, alguns agentes de ação de medicamentos para esse fim podem diminuir veias e artérias do coração, ocasionando remodelamento dos vasos pulmonares.

O regime em si não leva ao desenvolvimento da HAP como os inibidores do apetite o fazem. Estudos de mais de uma década ressaltam que a utilização por mais de um trimestre desses medicamentos podem levar à doença.

O ideal para as pessoas que querem recorrer à dieta sem riscos é a consulta com um especialista. Por não existir cura para essa doença, um medicamento denominado Reviatio, é utilizado para melhorar e aumentar a qualidade de vida da pessoa com HAP.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Uma reportagem publicada pelo USA Today alerta para o fato de que carne vermelha em excesso, de fato,  faz muito mal à saúde. Segundo a reportagem, o governo britânico recomenda que a população reduza o consumo de “bifes, hambúrgueres, salsichas e outras carnes vermelhas”. 

Os riscos de ocorrência de cânceres graves como os de intestino, mama, bexiga, estômago e pâncreas são grandes para quem faz uso mais do que frequente dessas iguarias. Segundo Ed Yong, chefe de informação em saúde do Centro de Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, “isso não significa que as pessoas têm de se tornar vegetarianas", mas é preciso não fazer da ingestão de carne vermelha um hábito diário.

A dica dos especialistas é que não comamos por dia mais do que 5010 gramas de carne vermelha e que devemos dar preferência às carnes não processadas e às carnes não assadas em altas temperaturas, como o churrasco.

Por Alberto Vicente

Fontes: USA TodayPlaneta Sustentável





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