Pesquisa revela que pessoas que consomem café vivem mais.

Os amantes do café têm mais um motivo para comemorar e apreciar a sua xícara de café por dia. Isso porque, em recente publicação divulgada na última segunda-feira, dia 10 de julho, na revista científica intitulada “Annals of Internal Medicine”, pesquisadores descobriram que, após análise de pessoas que consomem a bebida por hábito, foi constatado que elas vivem mais.

A primeira pesquisa é de autoria da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, do Imperial College London, o artigo coletou informações do Grupo Europeu focado na investigação para o Câncer e Nutrição, o EPIC. Pela análise, foi descoberto que consumidores de café, na comparação com aqueles que não consumiam, possuem menos riscos de morte.

A coleta de dados foi feita em 10 países diferentes da Europa, incluindo 520 mil mulheres e homens. Sendo assim, essa é tida como a maior amostra de pesquisa já feita quando o assunto é o café.

Já a segunda pesquisa atribuiu um consumo maior de café a uma menor periculosidade de morte em etnias diferentes. Para os cientistas da Universidade do Sul de Califórnia, a cor da pele analisada é muito importante, já que cada raça possui um estilo de vida próprio e diferente.

Nesse segundo caso de estudo multiétnico, foram analisadas 185 mil pessoas por um período de, mais ou menos, 16 anos. Nesse artigo, foi desenvolvido sobre o consumo de café entre brancos, afro-americanos, latinos, japoneses e nativos americanos e do Havaí.

Na conclusão, pessoas com consumo diário de uma xícara de café possuem 12% menos chances de morrer do que aquelas que não a bebem. Na sequência, quem bebe de duas a três xícaras a cada dia, tem uma redução de 18% na chance de morte, conforme o estudo.

E para aqueles que bebem o café descafeinado, a notícia também é excelente. Isso porque o benefício de uma vida longa também ocorre para esses, já que o componente mais importante do café que prolonga a vida não é a cafeína. O argumento é da principal autora do estudo multiétnico, Verônica Setiawan.

Anteriormente a esses estudos, já havia algumas considerações sobre importância da bebida para a qualidade de vida, sendo associada e vista como benéfica para diversas outras doenças, como por exemplo, as doenças renais, respiratórias, de diabetes, infartos, cânceres e, principalmente, do coração.

Portanto, está aí um bom motivo para começar a apreciar a bebida. Considerada uma das mais importantes do mundo, o café é consumido por 75% de adultos nos Estados Unidos, sendo que 50% diz que o bebe diariamente.

Kellen Kunz


Cientistas comparam óleo com gordura animal e manteiga.

Nos últimos tempos, cientistas vem afirmando que ao contrário do que se pensa, o óleo de coco pode ser tão prejudicial à saúde quanto a manteiga e ao óleo animal.

Estudos recentes realizados pela Associação Cardíaca Americana apontaram que óleo de coco possui os mesmos malefícios que a gordura animal e a manteiga. A pesquisa atual contraria o que cientistas e profissionais da saúde acreditavam até então, pois por muito tempo o óleo de coco foi visto como alimento aternativo e saudável.

Tudo acontece porque o óleo de coco tem em sua composição gordura saturada que é mais difícil de ser quebrada e, dessa forma, pode acabar transformando-se em HDL (Low Density Lipoprotein ) ou "colesterol ruim", como é conhecido popularmente.

Apesar de a pesquisa ter evidenciado uma maior parte de gordura no óleo de como se comparado com a manteiga e o óleo animal, a mistura ainda é saudável. Contudo, nem todos os especialistas da área estão de acordo.

Alguns reforçam que como o óleo de coco pode aumentar o colesterol ruim, seu consumo deve ser evitado uma vez que o acúmulo de gordura nas veias pode causar doenças cardiovasculares e derrame.

Recomenda-se ainda que se substitua certa quantidade de gordura saturada por gorduras insaturadas como óleo de girassol e azeite de oliva, por exemplo. Isso porque, dentro do corpo, as ligações podem ser quebradas de forma mais fácil.

É muito disseminado no meio popular que o ''colesterol ruim'' é adquirido por meio do consumo de banha de porco, entre outros alimentos que podem ser vistos como perigosos. Por outro lado, o ''colesterol bom'' é formado por gordura insaturada, ou seja, mais fácil de ser quebrada dentro do organismo do que as que são compostas por óleo de girassol ou óleo de dendê.

No entanto, sabe-se que os dois tipos de colesterol são importantes, mas em excesso pode ser nocivo à saúde.

Seguindo as recomedações do departamento de saúde pública da Inglaterra, no Reino Unido, os homens devem evitar consumir mais de 30 g de gordura por dia e as mulherem devem reduzir o consumo diário para no mínimo 20g de gordura saturada.

Para auxiliar nessa medição, os rótulos dos alimentos indicam a proporção de gordura saturada nos produtos.

Sirlene Montes


Estudo realizado na Espanha mostra que alimento quando servido frito beneficia mais o organismo que quando cozido.

Para os amantes da batata frita, há uma boa notícia. Você pode comer sem sentir culpa. Cientistas da Universidade de Granada, situada na Espanha, descobriram que os vegetais que são servidos fritos podem beneficiar mais o organismo em comparação àqueles cozidos. Contudo, para fritar o alimento deve ser usado o azeite extra virgem.

Os pesquisadores estudaram a Dieta Mediterrânea, conhecida pela riqueza em antioxidantes e pela prevenção de doenças degenerativas. A comida da região é abundante em azeite extra virgem e em vegetais frescos. Assim, a dieta é composta por betacarotenos, vitaminas E e C. Além disso, há também os fenóis, grupo de antioxidantes encontrados em tomates, batatas, berinjelas e abóboras.

Durante a análise, os cientistas observaram se durante o processo de cocção, havia perda desses antioxidantes por parte dos vegetais. Vários testes foram realizados com relação ao modo de preparo, tais como: cozer em água, fritar e mergulhar em azeite extra virgem e cozinhar em água com óleo e saltear.

Após os exames, constatou-se que quando os alimentos são cozidos, há pouca variação de fenóis. Porém, quando adiciona-se o azeite, que também contém esse antioxidante, há transferência desses nutrientes para a batata e demais vegetais. Dessa maneira, a quantidade de fenóis aumenta.

É importante saber que o índice de gordura e de calorias inclusive se elevam. Mas a pesquisa mostra relevância e quebra o paradigma de que comidas fritas são ruins e fazem mal ao organismo. De acordo com o estudo da universidade espanhola, fritar a batata com azeite extra virgem pode prevenir doenças como câncer e diabetes, por exemplo, até mais do que ingerir o vegetal cozido.

Os cientistas destacam algumas particularidades do contexto para a realização da pesquisa. O azeite utilizado para a fritura da batata foi o mais nobre, consequentemente, menos acessível à população. Além disso, os vegetais que serviram no experimento estavam frescos e não congelados.

A Universidade de Granada é pública e está entre as dez melhores instituições de ensino superior da Espanha. Ela possui dois campi na África. Escolhida pelos alunos internacionais como a melhor universidade da Espanha, ela recebe mais de 2000 estudantes a cada ano que participam do programa de intercâmbio.

Melisse V.


Pesquisa revela que gritar palavrões pode aliviar as dores.

Atire a primeira pedra quem nunca em situações de dor não gritou um palavrão. Muitas vezes essa reação é totalmente involuntária e sem controle, até mesmo para as pessoas mais tranquilas. Afinal, um esbarrão, uma apertada de dedo na porta ou aquela batidinha com o dedo no pé da cama são de transtornar por alguns segundos qualquer um.

Se você já soltou aquela palavra considerada de baixa calão em momentos como esse, não precisa se culpar, isso é totalmente normal e acredite, um estudo recém realizado aponta que o grito é uma forma que seu corpo encontra para tentar neutralizar a dor.

É isso mesmo, um estudo surpreendente revelou que aquele “berro” no momento da pancada, no auge da dor, pode trazer algum alívio.

A pesquisa foi realizada no ano de 2009 e publicada no NeuroReport. Para a sua realização as pessoas voluntárias colocavam as mãos dentro de um recipiente com água extremamente gelada e os pesquisadores observaram que os voluntários que faziam xingamentos conseguiram manter as mãos submersas por um período maior do que aqueles que ficaram calados ou que falavam palavras comuns de modo suave.

Segundo os idealizadores da pesquisa, dos voluntários que eram estudantes, 67 gritaram durante o teste da água gelada e conseguiram suportar por aproximadamente 40 segundos a mais que os que “sofreram em silêncio”. De acordo com os seus relatos, eles sentiram menos dor durante o momento em que proferiam os palavrões.

De acordo com os pesquisadores americanos, o efeito minimizador da dor ocorre pelo fato de o palavrão estimular o corpo a dar essa resposta em situações de dor.

Steven Pinker, que é um psicólogo da Universidade de Harvard, explica que o grito em forma de xingamento nada mais é que um ato defensivo que pode ser visto também nos animais, quando estes se encontram em situações extremas, em que precisam demonstrar que são fortes.

Contudo, o pesquisador Richard Stephens alerta que ainda que haja estudos que comprovem que a linguagem chula em momentos de dor pode gerar um efeito positivo, é importante ressaltar que o abuso desse tipo de linguagem pode justamente levar ao efeito contrário. Os xingamentos em situações assim surgem involuntariamente , quando deixa de ser involuntário pode perder o efeito.

Sirlene Montes


Pesquisa revela que consumo de pimenta uma vez por mês pode reduzir a mortalidade em até 13%.

Um estudo realizado com 16 mil americanos que durou quase 19 anos revelou que a pimenta é uma das responsáveis por estimular a dilatação de nossos vasos sanguíneos e reduzir a pressão arterial.

A pimenta prolonga a vida? Sim!

A resposta vem de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, na Universidade de Vermont. Os resultados mostraram que comer pimenta ao menos uma vez no mês reduz nossa mortalidade em até 13%. Os resultados apontam ainda queda no índice de patologias cardíacas como enfartes e também AVC.

Publicada no PLoS ONE, a conclusão explica que até mesmo pessoas tabagistas, sedentárias e com hábitos alimentares ruins foram beneficiadas com o consumo esporádico de pimenta. Em outras palavras, é possível afirmar que a pimenta faz o trabalho de quem não cuida de si mesmo.

E quais pimentas consumir?

Não há nenhum tipo específico de pimenta. Pode ser qualquer uma, sendo assim, utilize aquela que for de sua preferência. A forma de consumo (fresca ou em pó) também é indiferente.

Por que isso acontece?

Apesar da comprovação de seus benefícios, os pesquisadores ainda não sabem ao certo por qual motivo isso acontece. A tese mais aceita até o momento é de que a pimenta possui uma substância chamada de capsaicina que regula, dentre outras funções, a dilatação de vasos.

Quando há estímulos de canais, os vasos “expandem” e permitem com que o sangue passe com maior facilidade. De acordo com Durval Ribas Filho, presidente da ABRAN, este fator não melhora apenas a oxigenação de nossas células como também regula a pressão arterial. A combinação desses fatores resulta diretamente na diminuição de derrames e enfartes, doenças que acontecem quando há entupimento de vasos sanguíneos.

Outra propriedade da capsaicina envolve sua capacidade de promover a termogênese que nada mais é do que a queima de calorias. Segundo o Doutor Ribas, os consumidores de pimenta possuem menos chances de ficarem obesos ou acima do peso adequado.

Mas e o estômago? Não faz mal?

De acordo com a pesquisa, o consumo moderado traz benefícios até mesmo para o estômago, melhorando a flora intestinal por meio do fortalecimento do metabolismo celular e sistema imunológico.

Prevenção do Câncer

E a lista de vantagens não para de crescer! De acordo com os autores da pesquisa, a capsaicina equilibra os níveis de uma sustância conhecida como “NF Kappa Beta”, que é responsável por controlar o aumento das células.

E uma dica valiosa:

Para finalizar, os pesquisadores dão a dica de que os benefícios do consumo de pimenta podem ser potencializados através de dieta saudável e realização de esportes ou exercícios físicos.

Por Beatriz


Medida poderia fazer com que as pessoas consumam menos bebidas com açúcar.

A OMS fez um levantamento e constatou que o aumento de impostos de refrigerantes e bebidas a base de açúcar diminuiriam significativamente os números de doenças causadas pelo excesso de açúcar, como diabetes, obesidade e problemas dentários. Com o aumento das taxas, esses números de doenças iam ter uma importante queda.

O estudo que foi publicado no último dia 11, afirmou que um aumento de 20% nos preços desses produtos, seria suficiente para que o consumo caísse. Com a diminuição de consumo dessas bebidas, acarretaria em um menor consumo de açúcar, e assim, melhorando a nutrição e a incidência de doenças como a diabetes, que hoje é uma das doenças que mais matam as pessoas ao redor do mundo.

O grande vilão para o aumento alarmante de diabetes e da obesidade é o açúcar em excesso. As bebidas açucaradas levam uma dose extravagante de açúcar, muito além do recomendado diariamente. O consumo desses produtos é de fato o grande responsável pelo aumento dessas doenças.

A OMS vai além e afirma que se os governantes aumentarem os impostos desses produtos estarão salvando vidas. Pois, além de evitar as doenças, ainda acarretaria em uma diminuição de custos no setor da saúde, assim, sobraria mais renda para o Estado.

A preocupação com a obesidade é grande, números mostram que entre 1980 e 2014, o número de obesos duplicou. Hoje, no mundo, 11% dos homens e 15% das mulheres são obesos. E esse não é um problema enfrentado somente na vida adulta, 45 milhões de crianças com menos de 5 anos foram consideradas acima do peso ou obesas, no último ano. É algo muito preocupante e necessita que os Estados se mobilizem para evitar que essa doença continue a aumentar.

Além da obesidade, a diabetes também é um grande problema. Em 2014 foram contabilizados 422 milhões de pessoas diabéticas no mundo. É uma doença perigosa e uma das maiores responsáveis pela morte de pessoas. É uma doença que surge, geralmente, a partir do consumo excessivo de açúcar. Por isso, diminuir seu consumo é extremamente importante para evitar esse tipo de doença e melhorar a qualidade de vida.

Camilla dos Santos Batista


Pesquisa revela que adoçantes podem provocar mais fome que açúcar.

Dados apontam que a produção de açúcar no ano passado superou as necessidades de demanda em mais de 600 mil toneladas; totalizando uma produção mundial de 79,87 milhões de toneladas em 2015.

Devido a essa enxurrada de oferta de açúcar no mundo, a tentação do consumo é um tormento para homens e mulheres de todas as idades.

No entanto, a partir dos anos 90, uma nova onda passou a invadir o planeta, com o objetivo de diminuir os efeitos danosos à saúde do consumo de açúcar no dia a dia: é o consumo de adoçantes artificiais, uma forma encontrada de minimizar os riscos à saúde da ingestão do produto e, de quebra, manter o corpo em forma durante todo o ano.

No entanto, um interessante estudo vem sendo realizado na Austrália, com o objetivo de descobrir se os adoçantes artificiais realmente fazem bem à saúde.

E até o momento, os resultados alcançados não são nada animadores, pois experimentos realizados com cobaias têm demonstrado que na verdade esses adoçantes artificiais engordam, por mais estranho que isso possa parecer.

O que acontece é que, segundo os cientistas, os adoçantes artificiais estimulam uma região cerebral responsável por nos dar aquela sensação de fome.

E em animais descobriu-se que, ao fornecer-lhes adoçantes artificiais no lugar do açúcar comum, ao invés de saciarem-se, ficaram ainda mais famintos.

O problema é que esses insetos recebem estímulos cerebrais por meio de penugens receptoras da gustação e sempre que eles recebiam adoçantes artificiais essas penugens se retesavam, como sinal de que estavam com fome.

O que ficou comprovado é que o adoçante artificial produz o mesmo efeito do açúcar comum, ou seja, estimula certas regiões cerebrais que nos dão a sensação de fome.

Só que, enquanto o açúcar comum possui calorias e é, portanto, capaz de satisfazer essa vontade de comer produzida pelo cérebro, os adoçantes artificiais, por não possuírem calorias, são incapazes de satisfazê-lo, continuando assim o seu processo de exigir alimento e mais alimento até que seja saciado.

Ou seja, a pesquisa revelou que na verdade não são os adoçantes artificiais que engordam, eles apenas estimulam as mesmas regiões cerebrais que o açúcar comum, mas ao contrário deste, não possui calorias que satisfaçam essas exigências.

Pesquisas mais profundas revelaram que o 5-HT (a serotonina) seria esse neurotransmissor diretamente ligado à sensação de saciedade, já que é o responsável pelas sensações de prazer, bem-estar, humor, relaxamento, entre outras sensações ligadas à satisfação do indivíduo.

Quando há alterações com o receptor dessa serotonina, surge o aumento quase incontrolável do desejo. E quando há o aumento brusco ou um desequilíbrio na quantidade do 5-HT no cérebro, a consequência é o aumento do apetite.

É o que acontece com o sabor doce, que estimula essa produção de serotonina, que pede mais e mais ingestão de, basicamente, carboidratos e aminoácidos (eis porque os chocolates e biscoitos são tão atrativos quando estamos com fome). Já os adoçantes artificiais, mesmo fingindo que estão fornecendo o açúcar verdadeiro ao cérebro, estimulam a produção dessa serotonina, estimulando consequentemente a fome, mas não saciando-a como faz o açúcar comum.

Vivaldo Pereira da Silva


A restrição do sono pode intensificar o consumo de comida na busca pelo prazer e pela satisfação.

Você tem dormido mal e ainda é viciado em bala, biscoito ou salgado? Adora atacar a geladeira durante à noite, procurando um salgadinho? De acordo com um estudo, a falta de sono pode aumentar a fissura por sal, açúcar ou gordura.

Um estudo feito pela Universidade de Chicago mostrou que a falta de sono provoca no organismo a liberação de endocanabinoides, que é o princípio ativo da maconha. Os participantes da pesquisa foram submetidos à privação de sono, que provocou o aumento por alimentos que são nocivos à saúde como, por exemplo, o excesso de sal, açúcar ou gordura.

Com os endocanabinoides atuando no organismo, a fome foi estimulada, porque a substância age impedindo a saciedade. A privação do sono funciona de maneira similar à causa chamada “larica”, que é a fome repentina que os usuários de maconha costumam ter.

Participaram do estudo da Universidade 14 voluntários e o sangue foi monitorado para os níveis de 2-AG, que é uma molécula endocanabinoide, que atua na regulação da fome no organismo. Os candidatos foram divididos em dois grupos, sendo que um tinha 8 horas e meia de sono e o outro apenas 4 horas e meia. O experimento teve a duração de 4 dias e eles comiam porções iguais de café da manhã, almoço e jantar.

No grupo que teve 04 horas e meia de sono o nível da molécula foi de 33% maior. Este resultado indicou um consumo maior de alimentos que são considerados nocivos à saúde. Além disso, no último dia da pesquisa, os cientistas ofereceram aos participantes petiscos variados. As pessoas que estavam no grupo de privação do sono comeram uma quantidade muito maior de itens que são menos saudáveis como, por exemplo, biscoito, batata chips e balas. Um dos líderes da condução da pesquisa revelou que a restrição do sono pode intensificar o consumo de comida na busca pelo prazer e pela satisfação.  

Por isso, procure estabelecer hábitos saudáveis na sua rotina como uma alimentação equilibrada (frutas, verduras e legumes), atividade física e uma boa noite de sono. É necessário ter equilíbrio e tentar manter uma boa qualidade de vida, apesar da agitação que faz parte da vida moderna. 

Por Babi

Falta de sono

Foto: Divulgação


Pesquisa revelou que caminhar perto da natureza faz bem para o cérebro.

Você tem o hábito de caminhar na praça ou parque? Gosta de estar em contato com a natureza? De acordo com um estudo organizado pela Universidade de Stanford nos Estados Unidos caminhar na natureza faz bem para o cérebro.

A pesquisa teve a participação de 38 pessoas e todas moravam em cidades movimentadas. Foi analisado o fluxo de sangue no córtex pré-frontal do cérebro usando a tomografia, sendo que quanto maior a quantidade de sangue, mais agitado é o órgão. Os voluntários do estudo também foram submetidos a um questionário com o intuito de avaliar o nível de contentamento.

Os participantes foram divididos em dois grupos. Um deles caminhou em uma parte arborizada e calma do Campus da faculdade e a outra pela parte agitada da cidade de Palo Alto, na Califórnia. Os voluntários andaram sozinhos e não podiam ouvir música.

Depois desta etapa, os participantes fizeram tomografia e responderam a outras perguntas do questionário. Segundo os resultados, os voluntários que caminharam na parte agitada da cidade tinham muito sangue circulando no córtex pré-frontal, enquanto os resultados do outro grupo mostraram mais positividade no questionário, além de uma quantidade menor de sangue. Desta forma, a pesquisa mostrou como é importante as pessoas dedicarem um tempo para curtir e aproveitar a natureza, e se desligar, um pouco, da agitação dos grandes centros urbanos.

Sabia que a caminhada traz muitos benefícios para o organismo?

Andar melhora a circulação e ajuda a manter o controle da pressão arterial. Um estudo feito pela Universidade de São Paulo revelou que caminhar 40 minutos por dia pode diminuir a pressão arterial durante 24 horas após o exercício.

A caminhada também torna o pulmão mais eficiente nas trocas gasosas, além de prevenir inflamações como, por exemplo, bronquite. Andar atua no combate a osteoporose e o impacto dos pés com o chão traz muitos benefícios para os ossos.

O esporte afasta a depressão porque libera o hormônio da endorfina, que é responsável por trazer sentimentos de alegria e relaxamento. Depois de um tempo, a quantidade aumenta e como consequência a pessoa fica mais feliz, alegre e disposta, além de aumentar a sensação de bem-estar.

Por Babi


Diabetes é uma anomalia metabólica proveniente da incapacidade da insulina de exercer suas funções no organismo. A doença também é caracterizada por um aumento anormal de açúcar no sangue. Por isso, as pessoas que vivem com diabetes não podem consumir alimentos com açúcar.

Segundo uma pesquisa feita recentemente pala IDF (Federação Internacional de Diabetes), uma em cada onze pessoas da América do Sul tem Diabetes, esse número é alto e preocupa cada vez mais os especialistas e a própria população. Esse alto índice está ligado à urbanização e às mudanças de idade da população.

Entre os países da América do Sul, o Brasil é o que tem o maior número de pessoas com diabetes, cerca de 13.4 milhões. O diabetes é difícil de ser evitado, mas a doença pode ser controlada. O ideal é que o governo invista em campanhas e políticas que ajudem as pessoas diabéticas a saber mais sobre a doença e se tratar. É importante que as pessoas tenham conhecimento e saibam sobre os cuidados sobre essa doença que atinge milhões de pessoas.

Conheça os sintomas:

Os principais sintomas do diabetes são: visão turva, aumento de apetite e ingestão de líquidos, perda de peso e aumento do volume urinário. Se você apresenta um ou mais desses sintomas, procure imediatamente um médico especialista.

Fonte: Marketwire

Por Nathalia Henderson


Mais uma peripécia saudável associada ao uso frequente de mirtilo. Dessa vez, estudiosos constataram que o mirtilo, uma fruta pequena e escurecida muito comum no Brasil, é eficaz na prevenção da obesidade.

O mirtilo, que também é rico em polifenóis (substâncias com poder antioxidante e anti-inflamatório), funciona como um redutor natural das células de gordura corporal.

Os dados foram extraídos de uma pesquisa feita com ratos realizada por pesquisadores e estudantes da Texas Woman’s University (Universidade da Mulher, no Texas), que dissecaram a iguaria para avaliar sua contribuição no processo de diferenciação das células de gordura (células adiposas), aquelas responsáveis por armazenar a gordura no corpo humano.

Já é do conhecimento da ciência, inclusive, que os polifenóis concentrados em frutas como o mirtilo, a uva escura e outras frutas vermelhas, possuem um alto poder de combate à chamada adipogênese (ciclo de desenvolvimento das células adiposas), ao estimular o fenômeno da quebra dos agentes causadores da obesidade (que são os lipídios e a própria gordura) também conhecido como lipólise.

Por Alberto Vicente


Caso você esteja pensando em perder peso, e passa vários dias com aquilo na cabeça: “Eu vou fazer exercício”, “Eu tenho que ir à academia”. Cuidado. Pois é melhor realmente arregaçar as mangas e ir à luta. Somente o ato de pensar em praticar algum tipo de exercício, pode acarretar com que a pessoa acabe por comer mais. Este dado foi apontado em pesquisa realizada nos Estado Unidos, mais precisamente na Universidade de Cornell, pelo pesquisador Brian Wansink.

O estudo foi feito da seguinte forma: foram pegos voluntários, que posteriormente ficaram divididos em três grupos aleatórios. Um destes não fazia nada. Já o segundo estava lendo um folheto, que descrevia uma caminhada de aproximadamente 30 minutos e escutavam música. O último ficou concentrado no ato de ler.

Depois desses exercícios, todos foram expostos a doces e salgados. Conclusões: em comparação ao primeiro grupo, que absolutamente não fez nada (e ingeriu 361 calorias), o grupo que se concentrou na leitura do folheto, teve uma ingestão de 701 calorias, número maior que as 616 computadas pelo grupo que ouvia a canção.

Os médicos analisaram o fato de que o corpo se recompensa com alimentos, devido a pratica de algum exercício, físico ou mental.

Por Oscar Ariel


O chocolate em todas as suas deliciosas variedades por si só é fascinante e porque não dizer viciante. E não raramente está no centro do dilema do prazer de seu consumo e a manutenção de uma dieta menos calórica. Mas para todos que gostam de chocolate surgiu mais um bom motivo, ou quem sabe um bom pretexto para consumi-lo.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Linkoping, na Suécia, vem se juntar a outras que afirmam que o consumo de chocolate amargo faz bem ao organismo, de acordo com matéria do site Saúde Terra.

O estudo descobriu que o chocolate escuro e amargo, aquele que contém alto teor de cacau inibe uma enzima chamada ECA (Enzima Conversora da Angiotensiva) que regula a pressão arterial. Dezesseis voluntários não fumantes e de boa saúde ficaram dois dias sem ingerir chocolate ou qualquer alimento incluindo frutas, que possuíssem compostos similares. Os exames de sangue, antes e após o consumo de 75 g de chocolate amargo demonstraram que a enzima foi reduzida em 18% após três horas do consumo do chocolate. Resultado comparável, segundo os pesquisadores, aos dos remédios usados para tratamento da pressão arterial elevada que também inibem a enzima.

Sem dúvida nenhuma não deixa de ser uma doce notícia que o chocolate amargo pode ajudar a controlar a pressão arterial. No entanto é bom prestar atenção, pois ele continua sendo, além de muito gostoso, bastante calórico.

Por Mauro Câmara


Que o suco de tomate é uma bebida apreciada por muitas pessoas, isso não é novidade. Agora, que ele ajuda no combate à osteoporose e também fortalece nossos ossos talvez muitos ainda não tinham este conhecimento. Pois foi esta a conclusão apontada por estudo realizado pela Universidade de Toronto, situada no Canadá. Segundo a pesquisa, dois copos do suco por dia podem fazer esse efeito de fortalecimento ósseo, além de prevenir a doença.

O estudo foi feito com mulheres na faixa etária de 50 a 60 anos, e no período pós-menopausa. Todas as participantes cortaram de sua alimentação, todos os derivados do legume no período de um mês. Com isso foi aumentado nestas mulheres o nível de N-telopeptideo, substância que cai na rede sanguínea quando a parte óssea apresenta danos. Tais taxas caíram quando estas ingeriram doses diárias, por quatro meses, do suco contendo 15mg de licopeno.

Fontes NHS e Terra

Por Oscar Ariel


Não é incomum ver idosos sofrendo com as quedas durante a prática de exercícios. Este problema pode ser minimizado com a ajuda de música. Estudo realizado pela Faculdade de Medicina de Geneva apontou que incrementando a música durante as atividades físicas, o percentual destas quedas reduziria pela metade. A pesquisa foi realizada com pessoas com idade de 75 anos, sendo a maioria mulheres.

Durante seis meses enquanto faziam os exercícios, os voluntários escutavam um som de piano. A cada mudança de ritmo da música, os idosos aumentavam os seus movimentos. Eles tinham que coordenar o seus passos de acordo com o som ouvido. 

Aqueles que continuaram com um treinamento normal sem música, sofreram ao todo 54 quedas. Em contrapartida, o grupo que fez as atividades ritmadas ao som de piano apresentou um número de 24 tombos. Quando o papel se inverteu entre os grupos, os números também trocaram de lado.

Fonte: Veja

Por Oscar Ariel


A idéia de que o alho é um ótimo aliado do coração já é antiga. Mas agora, pela primeira vez, o fato é comprovado cientificamente.

Cientistas australianos realizaram testes com 50 pacientes, durante 12 semanas, em que eles consumiram quatro cápsulas diárias de um suplemento conhecido como extrato de alho envelhecido. Paralelamente, outro grupo consumia placebo (substância inerte).

Ao final da pesquisa, os pacientes que consumiram o suplemento, tiveram a pressão arterial reduzida em 10 mmHg, em relação ao outro grupo.

Mas não adianta sair por aí cozinhando alho para diminuir a pressão. De acordo com os cientistas, o efeito só se dá quando se consome o suplemento de alho envelhecido. Se cozinhar o alho fresco, ele perde o ingrediente responsável pela diminuição da pressão sanguínea.

De qualquer forma, fica a dica para usar o alho na alimentação, seja de uma forma ou de outra.

Por André Gonçalves


Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Illinois, Chicago, nos Estados Unidos, de acordo com matéria do site Saúde Terra e que foi publicada no Jornal Cancer Prevention anda Research indicou que a Framboesa Preta pode ajudar a prevenir o câncer de intestino, comprovando outros estudos que já haviam indicado que a fruta possui qualidades anticancer e antioxidante.

A pesquisa foi realizada com duas linhagens de ratos. Uma com propensão a desenvolver a doença na casa dos 60% e a outra linhagem vulnerável a colite, inflamação do intestino que pode contribuir para o aparecimento do câncer de intestino. Os pesquisadores utilizaram uma versão da fruta liofilizada, processo pelo qual a fruta é desidratada quase que completamente através de congelamento, vácuo de aumento gradativo da temperatura onde a água é retirada por sublimação.

Na primeira linhagem a incidência de tumores foi diminuída em 45%. Já na segunda linhagem os casos foram reduzidos em 50%. Os animais foram alimentados com uma dieta rica em gordura ou com a mesma dieta adicionada com 10% da Framboesa preta liofilizada, por doze semanas, com a ação da fruta inibindo o desenvolvimento dos tumores suprimindo uma proteína chamada Beta-catenina, registrando-se neste estudo um alto nível de proteção no intestino dos ratos que consumiram a Framboesa preta.

Por Mauro Câmara


Extremamente badalada a dieta mediterrânea, que já tem confirmado entre seus benefícios a perda de peso em pessoas que apresentam sobrepeso e obesidade e a proteção contra diabetes e doenças cardiovasculares, parece ter outra vantagem sugerida por um recente estudo da Universidade de Navarra, na Espanha, conforme matéria do site Delas IG. A dieta mediterrânea pode evitar o acúmulo de quilos extras que vem com o envelhecimento, principalmente em função da desaceleração do metabolismo.

Querendo descobrir qual era o efeito da dieta mediterrânea entre jovens, não obesos e pessoas saudáveis, os pesquisadores recrutaram 10.000 espanhóis com estudo superior completo de até 38 anos. O grupo preencheu questionários de frequência de 136 itens alimentares e tiveram sua alimentação acompanhada durante cerca de seis anos.

Os pesquisadores descobriram durante o período do estudo que os voluntários que relataram baixa adesão a dieta mediterrânea ganharam mais peso, enquanto aqueles que aderiram a ela foram menos propensos a acumular mais gordura. Em termos percentuais aqueles que seguiram à risca a dieta foram 10% menos propensos a se tornarem obesos ou ficarem acima do peso até o final da pesquisa.

Mesmo levando-se em conta certas limitações do estudo, entre elas o fato de alguns dos pesquisados já levarem uma vida saudável em outros aspectos e também do universo dos pesquisados ter sido feito com universitários graduados, o que talvez não torne os resultados aplicáveis a população em geral, de acordo com cientistas que não participaram do estudo, a pesquisa demonstra que a dieta mediterrânea baseada no consumo de peixes, frutas, verduras, legumes e cereais, pode ser uma boa opção para se evitar o acúmulo de peso decorrente da idade.

Por Mauro Câmara


Ultimamente você anda sem tempo para nada? Os amigos lhe convidam para aquela cerveja gelada, mas você não consegue ir? Os familiares vivem reclamando que você não tem tempo para eles?

Se a sua resposta for sim para essas perguntas, você deve estar trabalhando demais. Não é mesmo? Então você deve ser mais um dentre tantos workaholics. Ou, em bom português, viciado em trabalho.

Mudar essa atitude é uma boa pedida. Pesquisas inglesas apontam que as pessoas que trabalham três ou quatro horas a mais que a média (sete ou oito horas diárias) têm um risco 60% maior de sofrerem problemas cardíacos.

Para não fazer parte desta estatística, algumas medidas são necessárias. Dizer não ao seu chefe é uma delas. Você deve lembrar a ele que existe vida além do trabalho. Distribua as tarefas entre os vários colegas de empresa, para que ninguém fique sobrecarregado.

Confira aqui outras dicas para aproveitar melhor o seu tempo.

Por André Gonçalves





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