Pesquisa revela que pessoas que consomem café vivem mais.

Os amantes do café têm mais um motivo para comemorar e apreciar a sua xícara de café por dia. Isso porque, em recente publicação divulgada na última segunda-feira, dia 10 de julho, na revista científica intitulada “Annals of Internal Medicine”, pesquisadores descobriram que, após análise de pessoas que consomem a bebida por hábito, foi constatado que elas vivem mais.

A primeira pesquisa é de autoria da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, do Imperial College London, o artigo coletou informações do Grupo Europeu focado na investigação para o Câncer e Nutrição, o EPIC. Pela análise, foi descoberto que consumidores de café, na comparação com aqueles que não consumiam, possuem menos riscos de morte.

A coleta de dados foi feita em 10 países diferentes da Europa, incluindo 520 mil mulheres e homens. Sendo assim, essa é tida como a maior amostra de pesquisa já feita quando o assunto é o café.

Já a segunda pesquisa atribuiu um consumo maior de café a uma menor periculosidade de morte em etnias diferentes. Para os cientistas da Universidade do Sul de Califórnia, a cor da pele analisada é muito importante, já que cada raça possui um estilo de vida próprio e diferente.

Nesse segundo caso de estudo multiétnico, foram analisadas 185 mil pessoas por um período de, mais ou menos, 16 anos. Nesse artigo, foi desenvolvido sobre o consumo de café entre brancos, afro-americanos, latinos, japoneses e nativos americanos e do Havaí.

Na conclusão, pessoas com consumo diário de uma xícara de café possuem 12% menos chances de morrer do que aquelas que não a bebem. Na sequência, quem bebe de duas a três xícaras a cada dia, tem uma redução de 18% na chance de morte, conforme o estudo.

E para aqueles que bebem o café descafeinado, a notícia também é excelente. Isso porque o benefício de uma vida longa também ocorre para esses, já que o componente mais importante do café que prolonga a vida não é a cafeína. O argumento é da principal autora do estudo multiétnico, Verônica Setiawan.

Anteriormente a esses estudos, já havia algumas considerações sobre importância da bebida para a qualidade de vida, sendo associada e vista como benéfica para diversas outras doenças, como por exemplo, as doenças renais, respiratórias, de diabetes, infartos, cânceres e, principalmente, do coração.

Portanto, está aí um bom motivo para começar a apreciar a bebida. Considerada uma das mais importantes do mundo, o café é consumido por 75% de adultos nos Estados Unidos, sendo que 50% diz que o bebe diariamente.

Kellen Kunz


Pesquisa revela que correr por uma hora pode acrescentar até 7 horas em sua vida.

Estudos apontam que correr é a única prática física que traz um grande impacto no aumento da expectativa de vida. Cientistas fizeram essa descoberta, ao revisar um estudo realizado nos EUA acerca da relação de exercícios com a vida prematura, onde constataram que corredores geralmente vivem 3 anos a mais do que as pessoas que não têm essa prática, ainda que não seja uma atividade assídua ou que a pessoa tenha hábitos nocivos como fumar ou beber.

Nenhum outro exercício físico demonstra o impacto na duração da vida como a corrida, já que com apenas 5 minutos de corrida diária, é possível prolongar sua vida.

Segundo um professor da Universidade de Iowa, coautor do estudo, as estatística dizem que correr dá um retorno muito positivo, acrescentando aos nossos tempos de vida muito mais tempo do que o que usamos praticando propriamente a corrida.

Com duas horas de corrida, por exemplo, qualquer atleta gastaria menos de 6 meses correndo num espaço de quarenta anos, enquanto o retorno disso é o aumento da expectativa de vida em mais de 3 anos, sendo assim estima-se um acréscimo de quase 3 anos para apenas 6 meses de “gasto”. Num cálculo mais exato, podemos dizer que uma hora de corrida acrescente 7 horas em nossas vidas.

Segundo estudos realizados no Texas por mais de 3 anos, independente da distância ou da velocidade, a prática da corrida diminui o risco de morte prematura em 40%, benefícios que mantém-se mesmo em casos de pessoas acima do peso, hipertensos, que possuam problemas de saúde recorrentes ou ainda fumantes e pessoas que bebem álcool. Entretanto, esforçar-se para correr muito em busca de muitos anos de vida a mais é um ato falho: o estudo diz que o máximo que o exercício pode acrescentar à vida útil são 3 anos a mais, independente de quanto o indivíduo corra.

Alguns outros exercícios foram testados, como por exemplo caminhar e andar de bicicleta, contudo, praticados na mesma proporção foram capazes de minimizar os riscos de morte prematura em 12%, contra a diminuição de 40% proporcionado pela corrida.

Carolina B.


Pesquisa americana revela que pessoas que consomem glúten tem menos chances de desenvolver Diabetes Tipo 2.

Um estudo realizado por pesquisadores americanos da Universidade de Harvard afirma que há uma possível ligação entre o baixo consumo de glúten e o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Para realizar a pesquisa, os cientistas tomaram por base três estudos, que juntos somam 30 anos de observação. Entre 1984 até 1990 e de 2010 a 2013. Em tais análises, os voluntários responderam a um formulário sobre a frequência e o hábito alimentar a cada dois e quatro anos.

A partir das informações desses estudos, os pesquisadores estabeleceram uma quantidade para os indivíduos consumirem glúten diariamente e perceberam que a maioria deles ingeriu menos de doze gramas. Em outro momento, os cientistas notaram quais participantes desenvolveram a doença com o tipo 2 durante a realização da pesquisa.

A partir dessa análise verificou-se que, aproximadamente 16 mil indivíduos eram saudáveis na produção de insulina, mas passaram a ter o diabetes do tipo 2. Assim, a conclusão é de que os participantes que ingeriram mais a proteína tinham 13% menos possibilidades de tornarem-se diabéticos, em comparação àqueles que se alimentaram com menos de quatro gramas por dia de glúten. Outra observação importante é que essas pessoas que não consumiram muito a proteína, também comeram uma quantidade menos de fibras de cereais, elemento que protege o organismo contra o diabetes tipo 2.

Os cientistas ainda estão avaliando os motivos que justifiquem a maior propensão de desenvolver a doença devido ao baixo consumo de glúten. A suposição dos integrantes da universidade é de que as pessoas que se alimentaram mais da proteína, também tenham ingerido mais fibras.

No Brasil, há mais de 2 milhões de celíacos, ou seja, pessoas que não podem comer alimentos que contenham glúten, pois são alérgicos a ele. Essa proteína é encontrada no centeio, no malte, na aveia e na cevada. Como forma de tratamento, os celíacos fazem abstenção de mantimentos que contenham trigo, os chamados “glútenfree”.

Essa apuração serve de alerta para aqueles que, na tentativa de emagrecer, fazem dieta evitando consumir glúten. A recomendação de parar de se alimentar com essa proteína é exclusivamente para as pessoas cujo sistema imunológico reagem contra o glúten.

O diabetes é uma doença que atinge mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. Ela ocorre quando o organismo não é mais capaz de produzir eficientemente a insulina.

Melisse V.


Pesquisa revela que gritar palavrões pode aliviar as dores.

Atire a primeira pedra quem nunca em situações de dor não gritou um palavrão. Muitas vezes essa reação é totalmente involuntária e sem controle, até mesmo para as pessoas mais tranquilas. Afinal, um esbarrão, uma apertada de dedo na porta ou aquela batidinha com o dedo no pé da cama são de transtornar por alguns segundos qualquer um.

Se você já soltou aquela palavra considerada de baixa calão em momentos como esse, não precisa se culpar, isso é totalmente normal e acredite, um estudo recém realizado aponta que o grito é uma forma que seu corpo encontra para tentar neutralizar a dor.

É isso mesmo, um estudo surpreendente revelou que aquele “berro” no momento da pancada, no auge da dor, pode trazer algum alívio.

A pesquisa foi realizada no ano de 2009 e publicada no NeuroReport. Para a sua realização as pessoas voluntárias colocavam as mãos dentro de um recipiente com água extremamente gelada e os pesquisadores observaram que os voluntários que faziam xingamentos conseguiram manter as mãos submersas por um período maior do que aqueles que ficaram calados ou que falavam palavras comuns de modo suave.

Segundo os idealizadores da pesquisa, dos voluntários que eram estudantes, 67 gritaram durante o teste da água gelada e conseguiram suportar por aproximadamente 40 segundos a mais que os que “sofreram em silêncio”. De acordo com os seus relatos, eles sentiram menos dor durante o momento em que proferiam os palavrões.

De acordo com os pesquisadores americanos, o efeito minimizador da dor ocorre pelo fato de o palavrão estimular o corpo a dar essa resposta em situações de dor.

Steven Pinker, que é um psicólogo da Universidade de Harvard, explica que o grito em forma de xingamento nada mais é que um ato defensivo que pode ser visto também nos animais, quando estes se encontram em situações extremas, em que precisam demonstrar que são fortes.

Contudo, o pesquisador Richard Stephens alerta que ainda que haja estudos que comprovem que a linguagem chula em momentos de dor pode gerar um efeito positivo, é importante ressaltar que o abuso desse tipo de linguagem pode justamente levar ao efeito contrário. Os xingamentos em situações assim surgem involuntariamente , quando deixa de ser involuntário pode perder o efeito.

Sirlene Montes


Substâncias presentes nas embalagens podem causar câncer e outras doenças.

Não só os produtos provenientes das redes fast food, como hambúrgueres, batatas fritas, cebolas empanadas ou frango frito, como também doces ou comidas gordurosas, vem embaladas num papel à prova de gordura, além de protegidas com caixas que são geralmente compostas, dentre outros componentes, de produtos químicos antiaderentes que podem ser transmitidos para os alimentos, segundo um estudo americano.

Divulgado pela revista de cunho científico intitulada Environmental Science and Technology Letters, o estudo fez testes com mais de 400 amostras provenientes de 27 redes de fast food nos EUA.

Quase 50% dos embrulhos feitos de papel e um quinto das amostras do papel cartão utilizado na embalagem de pizzas, esfihas e batatas fritas, apontaram presença de flúor. Esse componente geralmente é utilizado em manchas e tapetes, antiaderentes utilizados na cozinha e vestimentas impermeáveis. Os pacotes de alimentos como pães, por exemplo, foram constatados como os mais propensos a conterem flúor. Essas substâncias são conhecidas como perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas, as PFAS.

Conheça os riscos das PFAS

Apesar das PFAS não serem extremamente nocivos à saúde humana, existem sim alguns riscos, associados a doenças como câncer, supressão imune, baixa de peso, desordem da tireóide e também diminuição da fertilidade. Existem amostras que continham PFAS de cadeia longa, os C8, e esses C8 foram abandonados por vários fabricantes de porte grande dos Estados Unidos, graças a uma revisão da agência sanitária do país. Isso aconteceu em 2011, entretanto, os pesquisadores descobriram também alguns PFAS com cadeia curta, que estão sendo usados cada vez mais para a substituição dos C8.

Estima-se que uma a cada três crianças americanas comem fast food pelo menos uma vez ao dia. Apesar dos EUA terem começado a progressivamente extinguir alguns PFAS, ainda existe produção deles em outros países, tendendo à permanência no meio ambiente, durante muitos anos, mesmo depois que o descarte dos mesmos tenha sido feito em aterros sanitários.

Estudos feitos anteriormente apontam que essas substâncias das quais são compostas as embalagens podem ser transferidas para os alimentos.

Carolina De Marco Brandenbergher


Pesquisa revela que consumo de pimenta uma vez por mês pode reduzir a mortalidade em até 13%.

Um estudo realizado com 16 mil americanos que durou quase 19 anos revelou que a pimenta é uma das responsáveis por estimular a dilatação de nossos vasos sanguíneos e reduzir a pressão arterial.

A pimenta prolonga a vida? Sim!

A resposta vem de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, na Universidade de Vermont. Os resultados mostraram que comer pimenta ao menos uma vez no mês reduz nossa mortalidade em até 13%. Os resultados apontam ainda queda no índice de patologias cardíacas como enfartes e também AVC.

Publicada no PLoS ONE, a conclusão explica que até mesmo pessoas tabagistas, sedentárias e com hábitos alimentares ruins foram beneficiadas com o consumo esporádico de pimenta. Em outras palavras, é possível afirmar que a pimenta faz o trabalho de quem não cuida de si mesmo.

E quais pimentas consumir?

Não há nenhum tipo específico de pimenta. Pode ser qualquer uma, sendo assim, utilize aquela que for de sua preferência. A forma de consumo (fresca ou em pó) também é indiferente.

Por que isso acontece?

Apesar da comprovação de seus benefícios, os pesquisadores ainda não sabem ao certo por qual motivo isso acontece. A tese mais aceita até o momento é de que a pimenta possui uma substância chamada de capsaicina que regula, dentre outras funções, a dilatação de vasos.

Quando há estímulos de canais, os vasos “expandem” e permitem com que o sangue passe com maior facilidade. De acordo com Durval Ribas Filho, presidente da ABRAN, este fator não melhora apenas a oxigenação de nossas células como também regula a pressão arterial. A combinação desses fatores resulta diretamente na diminuição de derrames e enfartes, doenças que acontecem quando há entupimento de vasos sanguíneos.

Outra propriedade da capsaicina envolve sua capacidade de promover a termogênese que nada mais é do que a queima de calorias. Segundo o Doutor Ribas, os consumidores de pimenta possuem menos chances de ficarem obesos ou acima do peso adequado.

Mas e o estômago? Não faz mal?

De acordo com a pesquisa, o consumo moderado traz benefícios até mesmo para o estômago, melhorando a flora intestinal por meio do fortalecimento do metabolismo celular e sistema imunológico.

Prevenção do Câncer

E a lista de vantagens não para de crescer! De acordo com os autores da pesquisa, a capsaicina equilibra os níveis de uma sustância conhecida como “NF Kappa Beta”, que é responsável por controlar o aumento das células.

E uma dica valiosa:

Para finalizar, os pesquisadores dão a dica de que os benefícios do consumo de pimenta podem ser potencializados através de dieta saudável e realização de esportes ou exercícios físicos.

Por Beatriz


Pesquisa revela que açúcar pode ser o principal vilão do colesterol alto, não a gordura.

Os especialistas sempre disseram que o grande causador do colesterol e dos problemas coronários no corpo humano era a gordura, porém, uma revista lançada no mês passado traz uma informação contrária. Segundo um estudo publicado na revista JAMA Internal Medicine o açúcar é o causador de doenças do coração.

A pesquisa afirma que a taxa de doenças cardíacas está associada à média de calorias que derivam da sacarose, que é o açúcar comum.

Segundo Robert Lustig , endocrinopediatra e pesquisador da Universidade da Califórnia, o açúcar está diretamente ligado ao diabetes tipo 2, cárie, gordura no fígado e doenças cardiovasculares.

Em um estudo realizado por Lusting, quando o açúcar foi substituído por carboidratos em um programa de emagrecimento de crianças obesas dos EUA, pelo período de nove dias, observou-se uma diminuição em torno de 10 pontos do colesterol LDL, que é relacionado com os problemas cardíacos. Também foi observado que os triglicérides, que é a gordura que fica armazenada no corpo, teve uma considerável redução, algo em torno de 33 pontos. Além disso, a pressão arterial também teve uma redução de 5 pontos. Contudo, as crianças não tiveram perda de peso significativa, o que provou que não é a obesidade (excesso de gordura) que causa essa variedade de problemas, mas sim o açúcar. Ainda segundo o estudioso, o perigo do açúcar não está no seu elevado número de calorias, mas na bioquímica presente na molécula do açúcar.

Na realidade, há mais de 50 anos médicos e pessoas comuns buscam a redução do consumo de gordura, para isso substituiu-se alguns alimentos, outros foram cortados da alimentação, mas o colesterol chamado ruim nunca diminuiu.

Pesquisas apontam que ao se alimentar com o açúcar, ocorre a formação da acetilcoenzima A, que é a formadora do triglicérides, que por fim se transforma na lipoproteína chamada VLDL, que ao ser quebrada pelo fígado, leva a produção do colesterol LDL, que é denso, pequeno e que formam placas pelas artérias, que são associadas as doenças cardíacas.

Ainda não existem estudos que realmente possam comprovar, mas muitos especialistas afirmam que o açúcar é causador de demência de determinados tipos de câncer. O que deve ser ainda mais pesquisado.

Muitos médicos discordam do que a pesquisa afirma, mas é sempre bom evitar o exagero de açucares e também de gorduras na alimentação.

Sirlene Montes


Estudo foi realizado pela Universidade de Rush e constatou que o consumo pode estimular o rejuvenescimento do cérebro.

Você inclui couve na sua alimentação? A verdura conta com vitamina K e antocianinas, que estimulam a concentração, previnem danos nos nervos cerebrais, além de melhorar a defesa contra a demência e a doença de Alzheimer. Além disso, a couve ajuda a secar a pele oleosa e com acne, pois combate substâncias tóxicas como, por exemplo, radicais livres e ácido úrico.

A verdura também não pode faltar na sua dieta, porque as folhas têm pouca gordura e muitas fibras, ou seja, é um excelente carboidrato que deve fazer parte da sua rotina. Além de todos estes benefícios, ingerir couve com regularidade deixar o cérebro 11 anos mais jovem. Sabia?

O estudo foi realizado na Universidade de Rush, Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, uma porção diária da verdura com folhas escuras pode estimular o rejuvenescimento do cérebro. A análise foi realizada com 950 pessoas idosas, entre, dois e dez anos.

Além disso, a pesquisa indicou que os participantes que ingeriam folhas escuras diariamente apresentaram um declínio mental, em média, de 11 anos, ao ser comparado com outras pessoas que não se alimentaram das folhas. O estudo mostrou que os resultados ocorriam independentemente de outros fatores relacionados como as condições de saúde dos participantes, o nível de escolaridade e a prática de atividade física.

Desta forma, a ingestão de couve diariamente pode deixar o cérebro 11 anos mais jovem, segundo o estudo da Universidade dos Estados Unidos. Entre outros benefícios para o organismo, a verdura ajuda a prevenir pressão alta, devido ao potássio que auxilia na abertura dos vasos sanguíneos.

A couve também pode aliviar a sua dor de cabeça, sabia? É só preparar uma compressa quente esmagando as folhas, depois envolvendo em um pano ou outro tipo de compartimento e aplicando sob a testa para melhorar.

Uma curiosidade é que a couve-roxa tem propriedades anti-inflamatórias, sendo considerada uma boa reguladora de açúcar do sangue, devido à presença dos pigmentos vermelhos que estimulam o aumento de insulina e diminuem os níveis de açúcar do sangue.

Você sabia que a verdura é considerada o alimento nacional da Rússia? Lá eles consomem, aproximadamente, 7 vezes mais couve que a média dos norte-americanos. Depois destas dicas, não deixe de incluir a verdura na sua alimentação diária.

Por Babi


Pesquisa revela que adoçantes podem provocar mais fome que açúcar.

Dados apontam que a produção de açúcar no ano passado superou as necessidades de demanda em mais de 600 mil toneladas; totalizando uma produção mundial de 79,87 milhões de toneladas em 2015.

Devido a essa enxurrada de oferta de açúcar no mundo, a tentação do consumo é um tormento para homens e mulheres de todas as idades.

No entanto, a partir dos anos 90, uma nova onda passou a invadir o planeta, com o objetivo de diminuir os efeitos danosos à saúde do consumo de açúcar no dia a dia: é o consumo de adoçantes artificiais, uma forma encontrada de minimizar os riscos à saúde da ingestão do produto e, de quebra, manter o corpo em forma durante todo o ano.

No entanto, um interessante estudo vem sendo realizado na Austrália, com o objetivo de descobrir se os adoçantes artificiais realmente fazem bem à saúde.

E até o momento, os resultados alcançados não são nada animadores, pois experimentos realizados com cobaias têm demonstrado que na verdade esses adoçantes artificiais engordam, por mais estranho que isso possa parecer.

O que acontece é que, segundo os cientistas, os adoçantes artificiais estimulam uma região cerebral responsável por nos dar aquela sensação de fome.

E em animais descobriu-se que, ao fornecer-lhes adoçantes artificiais no lugar do açúcar comum, ao invés de saciarem-se, ficaram ainda mais famintos.

O problema é que esses insetos recebem estímulos cerebrais por meio de penugens receptoras da gustação e sempre que eles recebiam adoçantes artificiais essas penugens se retesavam, como sinal de que estavam com fome.

O que ficou comprovado é que o adoçante artificial produz o mesmo efeito do açúcar comum, ou seja, estimula certas regiões cerebrais que nos dão a sensação de fome.

Só que, enquanto o açúcar comum possui calorias e é, portanto, capaz de satisfazer essa vontade de comer produzida pelo cérebro, os adoçantes artificiais, por não possuírem calorias, são incapazes de satisfazê-lo, continuando assim o seu processo de exigir alimento e mais alimento até que seja saciado.

Ou seja, a pesquisa revelou que na verdade não são os adoçantes artificiais que engordam, eles apenas estimulam as mesmas regiões cerebrais que o açúcar comum, mas ao contrário deste, não possui calorias que satisfaçam essas exigências.

Pesquisas mais profundas revelaram que o 5-HT (a serotonina) seria esse neurotransmissor diretamente ligado à sensação de saciedade, já que é o responsável pelas sensações de prazer, bem-estar, humor, relaxamento, entre outras sensações ligadas à satisfação do indivíduo.

Quando há alterações com o receptor dessa serotonina, surge o aumento quase incontrolável do desejo. E quando há o aumento brusco ou um desequilíbrio na quantidade do 5-HT no cérebro, a consequência é o aumento do apetite.

É o que acontece com o sabor doce, que estimula essa produção de serotonina, que pede mais e mais ingestão de, basicamente, carboidratos e aminoácidos (eis porque os chocolates e biscoitos são tão atrativos quando estamos com fome). Já os adoçantes artificiais, mesmo fingindo que estão fornecendo o açúcar verdadeiro ao cérebro, estimulam a produção dessa serotonina, estimulando consequentemente a fome, mas não saciando-a como faz o açúcar comum.

Vivaldo Pereira da Silva


Estudo realizado na Austrália afirma que o uso de adoçantes pode aumentar o apetite.

Estudos indicam que o consumo de adoçantes artificiais no mundo registrou um aumento de cerca de 29% nos últimos anos. Só no Brasil, onde o número de indivíduos acima do peso chega a 52%, segundo dados do Ministério da Saúde, o consumo desses adoçantes, principalmente em refrigerantes, sucos e iogurtes, tem atingido níveis recordes.

No entanto, um estudo realizado pela Universidade de Sidney (Austrália) e publicada pela revista Cell Metabolism (uma das mais importantes revistas americanas sobre metabolismo, endocrinologia e prevenção de doenças) constatou uma surpreendente relação entre o uso de adoçantes artificiais e o aumento do apetite nos indivíduos. Contrariando as expectativas de quem utiliza o produto com o intuito de perder peso.

Adoçantes artificiais e o aumento de peso

De acordo com o estudo publicado pela Cell Metabolism, diferentemente do que se pensava, os adoçantes artificiais têm pouca relação com a perda de peso.

Isso porque o seu uso, de forma prolongada, afeta o sistema de recompensa (dopaminérgico) do cérebro, causando desequilíbrios energéticos.

O fato é que, ao não receber de forma adequada e constante as impressões provocadas pelo sabor doce do açúcar verdadeiro, o cérebro passa a confundir essa situação com deficiência de energia e, consequentemente, exige um consumo maior de alimentos por parte do indivíduo.

O resultado é um aumento do apetite, a fim de satisfazer esse sistema de recompensa do cérebro. Já o corpo, mesmo satisfeito caloricamente, passa a receber um ganho extra, devido a esse consumo.

Os cuidados com o uso de adoçantes artificiais

Diversos estudos têm demonstrado que, além de provocar esse sensível aumento do apetite, os adoçantes têm pouca eficácia no combate ao diabetes, obesidade, colesterol ruim, entre outros transtornos.

Além disso, a possibilidade de doenças relacionadas ao uso excessivo de adoçantes, como: o aspartame e a sucralose (os mais consumidos no mundo), ainda é bastante real.

Logo, o que especialistas recomendam é o uso moderado desses produtos, dando preferência ao consumo de frutas e verduras, além da suspensão de bebidas artificiais, que em muitos casos já recebem a adição de adoçantes artificiais.

Nunca esquecendo que a manutenção do peso e de boas condições de saúde são o resultado da prática de exercícios físicos regulares, do hábito de conservar pensamentos positivos e da preferência por uma alimentação saudável.

Vivaldo Pereira da Silva


Pesquisa revela que filhos de mães que praticam exercícios físicos tendem a se exercitar mais do que os de mães sedentárias.

As famílias costumam ter hábitos parecidos em relação à prática de exercícios físicos. Geralmente os filhos de pais sedentários não simpatizam muito com atividades físicas, enquanto os filhos de pais que são mais ativos e que gostam de se exercitar, acabam sendo também. Mas é óbvio que há muitas outras questões que influenciam nesse comportamento e o gosto pelas atividades físicas não depende apenas de fatores genéticos.

Um novo estudo feito por pesquisadores do Baylor College of Medicine e da Rice University, publicado pela revista científica "FASEB Journal" indica que há possibilidades de que o nosso gosto por atividades físicas possa ser influenciado pelos hábitos de nossas mães, ainda durante a gravidez. Os pesquisadores fizeram um experimento em filhotes de ratos – reuniram fêmeas de ratos geneticamente idênticas e as colocaram em gaiolas com rodinhas de exercício. Após uma semana nas gaiolas com rodinhas, as fêmeas foram retiradas e colocadas junto a machos da mesma linhagem genética, ficando grávidas em seguida.

Os pesquisadores colocaram metade das fêmeas grávidas em gaiolas sem rodinha e a outra metade em gaiolas com rodinha, novamente. Quando os filhotes já haviam nascido e chegaram à adolescência, os que eram filhos de mães que praticaram exercícios durante a gravidez (aquelas que foram colocadas nas gaiolas com rodinhas) começaram a correr mais do que aqueles filhos de mães que não correram na rodinha da gaiola, essas diferenças aumentaram de forma significativa conforme esses filhotes envelheciam.

Programação Desenvolvimental:

Os cientistas estudaram a chamada Programação Desenvolvimental. Segundo essa teoria, o corpo e o DNA do feto podem ser afetados pelo ambiente do útero da mãe e pelos primeiros momentos de vida, isso influencia diretamente em sua saúde.

De acordo com Robert Waterland, professor de pediatria e genética da Baylor, esse resultado deixa evidente que "a atividade física da mãe durante a gravidez provavelmente afeta a atividade física dos filhotes". Apesar de ratos serem muito diferentes dos humanos, Robert também lembra que mulheres grávidas podem sim praticar exercícios físicos leves, como caminhadas e natação, desde que tenham permissão do médico antes, isso pode desencadear nos bebês o gosto pela atividade física.

Por Nathalia Henderson


Vitamina B3 presente no alimento pode contribuir para conter o envelhecimento.

A preocupação em levar uma vida saudável há algum tempo é frequente entre os brasileiros. Escolher alimentos integrais, sem glúten, sem lactose, dar preferência para frutas e verduras é uma realidade nos lares do país. Além disso, a prática de exercícios físicos também aumentou nos últimos anos.

Uma dieta equilibrada leva uma maior longevidade para as pessoas, consequentemente, o envelhecimento também tende a se retardar.

O consumo de carne vermelha é polêmico entre as pessoas que levam uma vida mais regrada. Muitos acreditam que o consumo não é benéfico, pois argumentam que ela é fonte de gordura e alto índice de colesterol. Outros argumentam que só as carnes ditas brancas, como frango e peixe, já que são fontes de ácidos graxos (substância que é fonte de energia para o corpo), ômega 6 (está intimamente ligado à formação de células saudáveis) e ômega 3 (que ajuda a diminuir o colesterol ruim, aumentando o colesterol bom). Mas o que vai fazer toda a diferença é o tipo de carne e também a quantidade ingerida.

A carne vermelha é de vital importância para um cardápio saudável, pois é uma fonte de proteína. A função das proteínas é doar material para a construção e manutenção de todos os órgãos e tecidos do corpo humano. Também participam da formação de anticorpos, hormônios e enzimas no corpo humano.

Se ainda não está totalmente convencido sobre a importância do consumo desse alimento, um experimento científico, em fase de teste, pode lhe tirar todas as incertezas sobre o consumo. O experimento afirma que a vitamina B3, presente no alimento, ajuda a conter o processo de envelhecimento. Os radicais livres presentes no organismo humano são uma das causas para que o corpo envelheça. Os radicais oxidam as células e causando assim muitas vezes a morte celular. Para que esse processo não seja tão brusco, o caminho é aumentar o consumo de antioxidantes e é justamente isso que os pesquisadores estão tentando fazer, aumentar o número de antioxidantes na vitamina B3 encontrada na carne vermelha, porco, frango e atum.

Por Isabela Castro


Pesquisa revela que pessoas com sangue do tipo A, B ou AB tem mais chances de ter a doença.

Você sabia que o seu tipo sanguíneo pode interferir no desenvolvimento de doenças cognitivas? Pois é, de acordo com pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, o tipo de sangue influencia, por exemplo, no surgimento do Mal de Alzheimer.

As informações foram divulgadas pelo IFL Science e de acordo com a publicação, o resultado foi obtido através de estudos que relacionaram o volume de massa cinzenta existente no cérebro e o tipo de sangue de cada um dos participantes.

A principal descoberta da pesquisa é que pessoas que possuem tipo sanguíneo O+ e O- tem menor probabilidade de desenvolver a patologia. Isso acontece, pois os indivíduos que possuem este tipo sanguíneo costumam ter maior quantidade deste tipo de tecido cerebral.

O estudo foi realizado com jovens mentalmente saudáveis que realizaram exames de ressonâncias magnéticas cerebrais. Após terem seu tipo sanguíneo previamente determinado, os pesquisadores estudaram os elementos do cérebro de cada um dos participantes e cruzaram os dados.

As evidências comparativas demonstraram que os participantes com tipo sanguíneo AB, A e B possuem menos matéria cinzenta em alguns locais do cérebro. Por este motivo, as pessoas com tipo O possuem uma espécie de maior proteção contra a doença.

Já era do conhecimento de cientistas que a massa cinzenta diminui conforme as pessoas envelhecem, dessa maneira, quanto maior a quantidade, menor o risco de contrair a doença no futuro.

Apesar da revelação, as causas do surgimento do Mal de Alzheimer ainda são inexatas. Os cientistas alertam também que embora o estudo tenha chegado a essa conclusão, não tem sentido ficar apreensivo somente por possuir sangue do tipo AB, A ou B, afinal, existem outros fatores também já comprovados que colaboram para o aparecimento da doença.

Profissionais envolvidos no estudo ressaltaram também que existe a necessidade de realizar outros testes e pesquisas adicionais. Somente desta maneira será possível aprofundar os conhecimentos a respeito dos mecanismos biológicos que podem estar envolvidos.

Por Beatriz 


Órgão tem função de extrema importância em nosso corpo, prevenindo diversas doenças.

Não faz muito tempo que, até mesmo nos meios científicos, não se enxergava no apêndice uma função de suma importância para o funcionamento do organismo. Muitos pesquisadores, após sérios estudos, chegaram à conclusão de que ele era apenas “um algo que ficou em nosso corpo”, como símbolo dos rastros evolutivos por qual o homem passou. Mas como uma das tônicas da ciência é sempre seguir estudando e fazendo novas descobertas, com o objetivo de prolongar a vida e melhorar a qualidade dela para as pessoas, se descobriu que o apêndice tem um papel importante para livrar o homem de doenças de alta gravidade.

Os australianos, junto com os franceses, desenvolveram um estudo que, por meio de uma séria pesquisa envolvendo observação, descobriram que o apêndice tem a capacidade de fazer com que bactérias habitem o sistema digestivo, para elas elevem a capacidade imunológica desse sistema, permitindo a prevenção de enfermidades. Traduzindo para uma linguagem popular mais distanciada dos meios acadêmicos, é como se o apêndice criasse uma espécie de condomínios de bactérias dentro do sistema gástrico, que funcionam como verdadeiros seguranças que impedem agentes criadores de doença alcançarem o órgão. Com isso, teve de ser revista a conceituação de que o apêndice para nada mais servia, a não ser para o que o seu próprio nome arremetia – funcionar como um anexo sem muita utilidade para o bem-estar do corpo humano.

O apêndice é rico em linfócitos inatos, agentes super competentes que barram micro-organismos oportunos que caso atinjam o estômago ou qualquer outra parte gástrica, pode causar doenças fatais. No entanto, é preciso ir ao médico, se cuidar e evitar que esses linfócitos pifem, pois se isso ocorrer o apêndice vai sofrer inflamação e começará a doer.

É por causa do apêndice e dos seus habitantes, também conhecidos como “bactérias do bem”, que o sistema digestivo não é atingido frequentemente por intoxicação alimentar.

Para arrematar a importância do apêndice, é importante acrescentar que se ele estiver em perfeito funcionamento, irão prevenir um dos processos cirúrgicos mais estranhos, porém necessários, como exemplo do transplante de fezes. Sim. Vocês sabia que há esse tipo de transplante? E que ele é feito em extremo caso para proporcionar a recuperação da flora intestinal de uma pessoa? No entanto, se o apêndice estiver atuando no corpo humano com sua plena função vital, não será preciso se recorrer a esse transplante, já que o próprio apêndice irá prevenir que o corpo chegue a esse ponto.

Por meio dos estudos dos microbiologistas franceses e australianos, caiu por terra a velha e agora mais que ultrapassada teoria de que o apêndice só servia de enfeite para o organismo, passando ser visto como item essencial na prevenção de doenças infecciosas.

Por Michelle de Oliveira


Pesquisa revela que baixo consumo de gordura não traz melhores resultados que outras dietas.

Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica “The Lancet Diabetes & Endocrinology”, uma dieta baseada no baixo consumo de gordura não traz melhores resultado do que as demais dietas.

Tendo em vista que um grama de gordura possui duas vezes mais calorias do que uma grama proteína ou carboidrato, acreditava-se que consumindo menos gordura acarretaria na perda de peso.

Conforme os especialistas envolvidos na pesquisa e liderados por Deirdre Tobias (da Escola de Medicina de Harvard, localizada em Boston), não existem evidências que comprovem o resultado.

Deirdre Tobias e sua equipe analisaram 53 estudos envolvendo mais de 68 mil pessoas sobre os resultados de diferentes tipos de dietas com uma dieta baseada no baixo consumo de gordura e concluíram que não houve diferença no resultado médio de perda de peso entre elas.

O estudo ainda indica que o fato de não consumir gordura só traz melhores resultados se for comparado a uma dieta sem restrições.

Dietas baseadas em pequenas proporções tanto de gordura, carboidratos e proteínas não funcionam a longo prazo.

A dieta baseada na pequena ingestão de carboidratos trouxe um melhor resultado, mesmo que pequeno, do que a dieta baseada na pequena ingestão de gordura.

O grande desafio do estudo e das dietas em geral consiste em, além de conseguir perder peso, conseguir mantê-lo baixo em um longo prazo.

Deirdre Tobias acredita que para conseguir definir uma dieta eficaz será necessário pesquisar outros padrões de alimentação, como alimento integrais e a quantidade de alimento consumido em cada refeição.

Apenas o controle da quantidade de calorias oriundas dos carboidratos, proteínas e gorduras não garantem o controle de peso e que a alimentação esteja sendo realizada de modo saudável.

Ainda segundo Tobias, para o controle da obesidade será necessária a realização de outras pesquisas buscando identificar melhores métodos de controle do peso.

Jean Fretta Pereira


Diabetes é uma anomalia metabólica proveniente da incapacidade da insulina de exercer suas funções no organismo. A doença também é caracterizada por um aumento anormal de açúcar no sangue. Por isso, as pessoas que vivem com diabetes não podem consumir alimentos com açúcar.

Segundo uma pesquisa feita recentemente pala IDF (Federação Internacional de Diabetes), uma em cada onze pessoas da América do Sul tem Diabetes, esse número é alto e preocupa cada vez mais os especialistas e a própria população. Esse alto índice está ligado à urbanização e às mudanças de idade da população.

Entre os países da América do Sul, o Brasil é o que tem o maior número de pessoas com diabetes, cerca de 13.4 milhões. O diabetes é difícil de ser evitado, mas a doença pode ser controlada. O ideal é que o governo invista em campanhas e políticas que ajudem as pessoas diabéticas a saber mais sobre a doença e se tratar. É importante que as pessoas tenham conhecimento e saibam sobre os cuidados sobre essa doença que atinge milhões de pessoas.

Conheça os sintomas:

Os principais sintomas do diabetes são: visão turva, aumento de apetite e ingestão de líquidos, perda de peso e aumento do volume urinário. Se você apresenta um ou mais desses sintomas, procure imediatamente um médico especialista.

Fonte: Marketwire

Por Nathalia Henderson


O café sempre foi uma das bebidas mais consumidas tanto no Velho quanto no Novo Mundo. Muito mais que um simples estimulante, a cafeína tem se tornado parte da vida das pessoas e está presente não só dentro das nossas casas, mas também nas mesas de escritórios de muita gente.

As vantagens da bebida na saúde das pessoas ainda são muito discutidas na medicina. Existem vários estudos que mostram benefícios ao coração e ao cérebro, mas pouquíssimas pesquisas correlacionam a expectativa de vida de quem aprecia a bebida.

Segundo uma pesquisa americana publicada no periódico especializado The New England Journal of Medicine e realizada com mais de 400 mil pessoas durante 14 anos, a taxa de mortalidade daqueles que bebem café e daqueles que não bebem foi comparada, e os resultados foram impressionantes.

A pesquisa concluiu que os homens que tomam entre 4 e 5 xícaras de café têm 12% a menos de chances de morrer. Já a chance de sobrevivência das mulheres subiu 16% tomando a mesma quantia em comparação com aquelas que não bebem café.

Segundo Neal Freedman, a mente por trás da pesquisa, essas estimativas não são uma garantia dos efeitos do café para a sobrevivência, mas já é possível especular sobre seus benefícios na saúde humana, uma vez que a pesquisa demonstrou uma relação inversa entre os efeitos do consumo de café e a morte. O estudo considerou ainda todos os motivos de mortes como infecções, derrames e diabetes.

Por via das dúvidas, acho melhor continuar com as doses diárias de cafeína. Afinal, o que não mata, pode te deixar mais esperto e disposto pela manhã não é verdade?

Por Ebenézer de P. Carvalho


Mais uma peripécia saudável associada ao uso frequente de mirtilo. Dessa vez, estudiosos constataram que o mirtilo, uma fruta pequena e escurecida muito comum no Brasil, é eficaz na prevenção da obesidade.

O mirtilo, que também é rico em polifenóis (substâncias com poder antioxidante e anti-inflamatório), funciona como um redutor natural das células de gordura corporal.

Os dados foram extraídos de uma pesquisa feita com ratos realizada por pesquisadores e estudantes da Texas Woman’s University (Universidade da Mulher, no Texas), que dissecaram a iguaria para avaliar sua contribuição no processo de diferenciação das células de gordura (células adiposas), aquelas responsáveis por armazenar a gordura no corpo humano.

Já é do conhecimento da ciência, inclusive, que os polifenóis concentrados em frutas como o mirtilo, a uva escura e outras frutas vermelhas, possuem um alto poder de combate à chamada adipogênese (ciclo de desenvolvimento das células adiposas), ao estimular o fenômeno da quebra dos agentes causadores da obesidade (que são os lipídios e a própria gordura) também conhecido como lipólise.

Por Alberto Vicente


Pesquisadores americanos e japoneses descobriram que o ácido acético, também conhecido como vinagre, emagrece. Tomando apenas 2 colheres dissolvidas em água por dia, pessoas que fizeram a dieta perderam de 2 a 5 quilos em um mês. Além de ajudar no emagrecimento, o vinagre também abaixa o nível de triglicerídeos, as gorduras ruins do organismo.

Outra boa notícia é que ele diminui em 25% a glicose no sangue, mesmo que você tenha comido apenas carboidratos como pão, macarrão e arroz. Normalmente, eles são absorvidos rapidamente pelo nosso organismo, o que faz o índice de açúcar aumentar bastante. E quanto maior o nível de insulina no corpo, mais fome sentimos. Assim, se o vinagre diminui a glicose no sangue, teremos menos fome e emagreceremos.

O ácido acético ainda inibe a ação dos carboidratos e das enzimas digestivas, fazendo com que eles passem como fibra pelo aparelho digestivo, não sendo assimilado.

No entanto, se você sofre de problemas gástricos, é melhor evitar a ingestão do vinagre, pois ele dá a sensação de queimação no estômago. Por isso, consulte seu médico antes de começar a dieta. 

Por Flávia Yoshitani


Você sabia que o consumo diário de uma determinada quantidade de cerveja pode fazer bem para saúde? Essa constatação foi feita por um estudo realizado na Universidade de Barcelona.

Segundo os especialistas, a cerveja contém em sua substância o ácido fólico, ferro, vitaminas e cálcio, que permitem a proteção do nosso sistema cardiovascular.

A pesquisa recomenda o consumo diário de 2 pequenos copos para as mulheres e de até 3 copos para os homens. Mas atenção!  O consumo  deve estar associado à prática regular de exercícios físicos e a uma dieta saudável. Do contrário, ela passa a ser prejudicial à saúde, além de causar a famosa barriguinha de cerveja e a cinturinha tamanho GG.

Os nutricionistas revelam que a circunferência abdominal maior que 88 centímetros nas mulheres e maior que 102 nos homens, aumenta bastante a possibilidade de doenças do coração.


Se você ultimamente se sente meio pra baixo, sem ânimo e com o corpo mole e cansado. Que tal olhar um pouco para o que você anda comendo?

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Espanhola de Navarra, as pessoas que consomem um nível elevado de gorduras trans, tem mais chances de desenvolverem a depressão.

O que acontece é que a gordura além de ser prejudicial à nossa saúde, ela é capaz de elevar as taxas do colesterol ruim (o LDL) e diminuir a incidência do colesterol considerado bom ( o HDL). Com isso, acaba sendo um prato cheio para o desenvolvimento de várias doenças.

Esse tipo de gordura prejudicial pode ser encontrada dentro dos mais variados alimentos que são produzidos artificialmente, como: biscoitos, sorvetes, salgadinhos, chocolates e frituras.

A organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o ideal é não consumir mais do que 1% do valor calórico da sua dieta ingerindo as gorduras trans.

Por Thais Cortez


Não é incomum que muitos brasileiros tenham o hábito de colocar em suas refeições os famosos ovos fritos. Porém, se você tem um alto teor de colesterol, e achava que consumir estas gostosuras era totalmente desaconselhável, aqui vai uma boa notícia. Segundo um estudo americano, os ovos de hoje em dia estão mais saudáveis do que os de uma década atrás.

A pesquisa foi realizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A análise foi feita em termos comparativos. Foram coletados dados que provaram que um ovo de galinha doméstica de 2011, se comparados com os ovos das aves do ano de 2002, tem 64% a mais de vitamina D e 14% a menos de colesterol. Isso pode ter ocorrido devido à melhoria na alimentação que as aves vêm recebendo nesses últimos tempos pelos seus produtores.

Apesar disso, não se afobe e pense que pode comer qualquer quantidade de ovos por dia. Os dados ainda apontam que atualmente um ovo de tamanho grande tem cerca de 185 mg de colesterol, sendo que a o corpo humano pode ter por dia é de 300mg. Um ovo ainda é a metade desse total. Portanto, ainda tome muito cuidado com sua alimentação.

Por Oscar Ariel


O chocolate em todas as suas deliciosas variedades por si só é fascinante e porque não dizer viciante. E não raramente está no centro do dilema do prazer de seu consumo e a manutenção de uma dieta menos calórica. Mas para todos que gostam de chocolate surgiu mais um bom motivo, ou quem sabe um bom pretexto para consumi-lo.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Linkoping, na Suécia, vem se juntar a outras que afirmam que o consumo de chocolate amargo faz bem ao organismo, de acordo com matéria do site Saúde Terra.

O estudo descobriu que o chocolate escuro e amargo, aquele que contém alto teor de cacau inibe uma enzima chamada ECA (Enzima Conversora da Angiotensiva) que regula a pressão arterial. Dezesseis voluntários não fumantes e de boa saúde ficaram dois dias sem ingerir chocolate ou qualquer alimento incluindo frutas, que possuíssem compostos similares. Os exames de sangue, antes e após o consumo de 75 g de chocolate amargo demonstraram que a enzima foi reduzida em 18% após três horas do consumo do chocolate. Resultado comparável, segundo os pesquisadores, aos dos remédios usados para tratamento da pressão arterial elevada que também inibem a enzima.

Sem dúvida nenhuma não deixa de ser uma doce notícia que o chocolate amargo pode ajudar a controlar a pressão arterial. No entanto é bom prestar atenção, pois ele continua sendo, além de muito gostoso, bastante calórico.

Por Mauro Câmara


De acordo com matéria do site Delas IG um estudo recente parece ter descoberto que existe uma diferença na gordura excessiva que se acumula na barriga e o excesso que se aloja nos quadris e que esta diferença causa impactos diversos na saúde do organismo.

Uma equipe de pesquisadores da Mayo Clinic explicou na edição online da revista Proceedings of The National Academy que a pesquisa foi realizada com 28 voluntários que se alimentaram com todo tipo de comida, sem restrições calóricas, incluindo chocolate, sorvetes e bebidas durante um período de oito semanas. Após este período ficou constatado que em média os voluntários ganharam 2,2 quilos na parte superior do corpo e 1,3 quilos na parte inferior.

Este novo estudo sugere que as diferenças na forma como as células sanguíneas se desenvolvem explicaria porque o aumento de gordura na região abdominal aparentemente acelera o risco de desenvolvimento de algumas doenças enquanto o acúmulo nas coxas e outras partes do corpo parecem diminuir este risco.

Segundo os pesquisadores os mecanismos celulares agem de forma diferente. A gordura do abdômen acontece devido o aumento do tamanho das células individuais, já a gordura da região inferior se dá pelo aumento do número de células de gordura, desta forma os efeitos no organismo acabam sendo diferentes.

Os autores da pesquisa afirmam que os resultados corroboram a teoria de que um aumento na produção de células de gordura na parte inferior ajudaria na proteção da parte superior, o que ajudaria a evitar a doença metabólica que causa doenças coronarianas.

Por Mauro Câmara





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