O mundo da moda apresenta inúmeros aspectos passíveis de consideração. O principal deles talvez não esteja relacionado às roupas em si, mas às exigências corporais de cada modelo, mulher ou homem. O sexo feminino, especialmente, se vale de inúmeras técnicas para obter a tão sonhada magreza caso ainda não tenha sido alcançada.

As revistas relacionadas diretamente ao assunto, com fórmulas mágicas de dietas milagrosas, aguçam o âmago. Embora sejam relatados pela imprensa, audiovisual ou escrita, os inibidores de apetite, uma das técnicas utilizadas, podem gerar problemas mais sérios do que se imagina.

Dificilmente de ser diagnosticada com antecedência, a Hipertensão Arterial Pulmonar, ou HAP, estaciona e causa males no corpo das pessoas. Segundo Cyanna Ravetti, cardiologista pediátrica, alguns agentes de ação de medicamentos para esse fim podem diminuir veias e artérias do coração, ocasionando remodelamento dos vasos pulmonares.

O regime em si não leva ao desenvolvimento da HAP como os inibidores do apetite o fazem. Estudos de mais de uma década ressaltam que a utilização por mais de um trimestre desses medicamentos podem levar à doença.

O ideal para as pessoas que querem recorrer à dieta sem riscos é a consulta com um especialista. Por não existir cura para essa doença, um medicamento denominado Reviatio, é utilizado para melhorar e aumentar a qualidade de vida da pessoa com HAP.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Pacientes que fazem uso de remédios inibidores de apetite poderão ficar sem essa opção de tratamento, pois a venda dos medicamentos dessa natureza talvez seja proibida no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou reunião com profissionais da área de saúde, no dia 23 de fevereiro, para discutir os malefícios caudados por medicamentos redutores de apetite e a possibilidade de proibição no país.

De acordo com a Anvisa, este tipo de droga atua no sistema nervoso central e causa muitos riscos aos pacientes, ao ponto das desvantagens no seu uso ultrapassarem as vantagens. Especialistas em tratamento contra obesidade afirmam que pacientes ficarão sem alternativas para tratar a obesidade, fazendo com que muitos passem a comprá-lo no mercado clandestino de medicamentos.

Há cerca de 30 anos sendo comercializados no Brasil, os remédios a base de sibutramina e de derivados da anfetamina foram debatidos na reunião cujo resultado vai gerar polêmicas, pois de um lado alguns médicos especialistas são a favor e do outro, a Anvisa, é contra os remédios para emagrecimento.

Por Andrea Gomes


Acontecerá no dia 23 de fevereiro a audiência pública que vai debater o cancelamento do registro de medicamentos que contenham sibutramina e dos anorexígenos anfetamínicos, como anfepramona, femproporex e mazindol.

A intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária é propor a retirada total dessas substâncias (mais conhecidas como “inibidoras de apetite”) do mercado. A agência está fundamentada em pareceres técnicos recentes que comprovam o alto risco do uso continuado desses medicamentos.

Tais riscos vão desde problemas cardiovasculares e cardiopulmonares, até complicações no sistema nervoso central, fatores que já fizeram com que outros países banissem tais produtos há bastante tempo.

Por Alberto Vicente





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