Conheça quais são as gorduras boas e seus benefícios para a sua saúde e sua dieta.

As gorduras são importantes para o bom funcionamento do organismo humano, pois elas são responsáveis por proteger os órgãos contra choques mecânicos, fornecer energia, ajudar na manutenção da temperatura do corpo, produzir hormônios, transportar as proteínas e manter a estrutura das células. As chamadas gorduras boas são aquelas insaturadas, que agregam benefícios adicionais para a nossa saúde.

Encontradas em alimentos, como azeite de oliva, óleos vegetais, abacate e açaí, nozes, castanhas, azeitonas e peixes de águas profundas, as gorduras boas previnem as doenças cardiovasculares, diminuem os triglicerídeos sanguíneos, além de melhorar a circulação sanguínea e o sistema imunológico.

Confira abaixo como as gorduras boas podem fazer bem para a sua saúde e dieta!

1. São nutrientes essenciais para o ser humano

As gorduras são de suma importância para preservar a saúde humana, pois elas fazem parte dos macronutrientes fundamentais para garantir o bom funcionamento metabólico. A quantidade a ser ingerida varia de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Geralmente, estima-se que uma alimentação composto 25% por gorduras boas já é o suficiente para uma vida saudável.

2. Protegem o coração

Ao ingerir as gorduras boas, você estará protegendo o seu coração. Essas gorduras são ótimas para reduzir os riscos de colesterol ruim e aumentar o nível de HDL, que também é chamado de colesterol bom. Além de prevenir contra os problemas metabólicos, as gorduras do bem também evitam doenças cardíacas, e controlam os batimentos do coração, impedindo que ocorram arritmias.

3. Ajuda na construção muscular

Para quem malha e está em busca da hipertrofia muscular, uma boa alternativa é consumir as gorduras do bem. O ideal é consumir entre 15% a 30% de gorduras boas para acelerar a construção dos seus músculos, elas oferecem um aumento e fortalecimento muscular.

Se você não consumir gorduras boas na sua dieta, consequentemente haverá um aumento do nível de cortisol e a redução do nível de testosterona, o que faz que haja maiores dificuldades para atingir a hipertrofia dos músculos.

4. Não fica depositada no abdômen

Uma boa razão para investir no consumo das gorduras boas na sua dieta é o fato de elas não se depositarem no abdômen. Sendo assim, esse tipo de gordura é bastante indicado para as pessoas que desejam emagrecer na área abdominal ou definir a barriga. No entanto, é importante dizer que o consumo tem que ser feito com moderação.

5. Contribuem para a formação hormonal

As gorduras do bem são usadas como base para promover a formação de diversos hormônios, incluindo os sexuais. Por isso, elas também ajudam na manutenção do bom funcionamento do organismo, do bem-estar e da saúde. A ausência dessas gorduras gera um déficit nutricional no corpo, pois começa a ter dificuldades para absorver vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), que se dissolvem somente quando entram em contato com a gordura.

Ao ficar sem consumir as gorduras boas, os músculos também enfrentam uma deficiência no abastecimento de energia, fazendo com que a saciedade plena não ocorra, além de enfraquecer o sistema imunológico e comprometer a elasticidade da pele.

6. Melhora a circulação sanguínea

A ingestão das gorduras boas ajuda a melhorar a circulação sanguínea, pois estimula a regulação da coagulação do sangue, contribuindo para com o controle da insulina e dos triglicerídeos sanguíneos. Há gorduras que atuam na redução da pressão arterial e previnem diversas doenças relacionadas a esse problema.

7. Estão presentes em alimentos nutritivos

Além de todos os motivos citados anteriormente, você também de incluir as gorduras boas na sua dieta porque elas estão presentes em alimentos nutritivos, que são saudáveis e anabólicos. Alguns desses alimentos são os ovos, salmão e óleo de coco, que podem ser combinados com proteínas e carboidratos.

Por Simone Leal

Gorduras boas


Uma doença tem assustado os médicos, pois ela já atinge 20% da população brasileira. Ela é conhecida como esteatose hepática, vulgarmente chamada de "gordura no fígado". O problema é que ela não demonstra sintomas, então, não há como detectá-la a não ser por ultrassonografia. No entanto, pessoas com hipertensão, diabetes e obesidade devem atentar-se para esse quadro, porque a esteatose atinge mais esses grupos.

A gordura no fígado é resultado da má alimentação. Alimentos muito gordurosos como carnes, frituras e doces devem ser evitados, pois a doença pode se agravar ao ponto de se tornar uma cirrose, o quadro mais grave da doença.

Segundo especialistas, 20% dos pacientes com esteatose hepática podem evoluir para o quadro de cirrose. Portanto, para evitar essa enfermidade, é necessário manter uma alimentação saudável e livre de gorduras. 

Por Flávia Yoshitani


A natureza é sábia. Nosso organismo precisa de equilíbrio para mantermos uma vida saudável. Diferente do que muitos pensam, o consumo de gordura é importante para o perfeito equilíbrio do corpo.

O azeite extra virgem, por exemplo, é indispensável para pacientes em tratamento e controle de colesterol sanguíneo, estabilizando a curva dos gráficos dos resultados dos exames. Alimentos oleaginosos como castanhas, nozes e amêndoas, além de abacate, também contribuem para o equilíbrio e o restabelecimento das funções intestinais.

Portanto, o que deve ser observado com cuidado são os rótulos dos alimentos, evitando, assim, o consumo das gorduras “ruins”. Se no rótulo do produto estiver descrito gordura saturada, hidrogenada ou trans troque de produto. A vida vale mais do que um sabor que pode, perfeitamente, ser substituído por outro, muitas vezes mais atraente, mas só precisa ser descoberto.

Por Rosane Tesch


De acordo com matéria do site Delas IG um estudo recente parece ter descoberto que existe uma diferença na gordura excessiva que se acumula na barriga e o excesso que se aloja nos quadris e que esta diferença causa impactos diversos na saúde do organismo.

Uma equipe de pesquisadores da Mayo Clinic explicou na edição online da revista Proceedings of The National Academy que a pesquisa foi realizada com 28 voluntários que se alimentaram com todo tipo de comida, sem restrições calóricas, incluindo chocolate, sorvetes e bebidas durante um período de oito semanas. Após este período ficou constatado que em média os voluntários ganharam 2,2 quilos na parte superior do corpo e 1,3 quilos na parte inferior.

Este novo estudo sugere que as diferenças na forma como as células sanguíneas se desenvolvem explicaria porque o aumento de gordura na região abdominal aparentemente acelera o risco de desenvolvimento de algumas doenças enquanto o acúmulo nas coxas e outras partes do corpo parecem diminuir este risco.

Segundo os pesquisadores os mecanismos celulares agem de forma diferente. A gordura do abdômen acontece devido o aumento do tamanho das células individuais, já a gordura da região inferior se dá pelo aumento do número de células de gordura, desta forma os efeitos no organismo acabam sendo diferentes.

Os autores da pesquisa afirmam que os resultados corroboram a teoria de que um aumento na produção de células de gordura na parte inferior ajudaria na proteção da parte superior, o que ajudaria a evitar a doença metabólica que causa doenças coronarianas.

Por Mauro Câmara





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