Confira aqui que alimentos você deve colocar e também evitar de colocar na lancheira de seu filho.

Colocar balas, doces, salgadinhos e todo estes tipos de besteira na lancheira dos filhos acaba sendo um dos riscos que causamos a eles. Isso porque eles podem vir a sofrer com diabetes, ter problemas de pressão alta, obesidade e outros problemas que têm se tornado um fardo da nova geração.

Volta às aulas e um das dúvidas principais é sobre a alimentação das crianças. Falta tempo para se organizar e as guloseimas viram rotina.

O que colocar na lancheira

Na hora de montar a lancheira pode parecer difícil convencer as crianças que aquele alimento é gostoso e fará bem a ela. No entanto, com auxílio da professora e das outras mães tudo pode ficar mais fácil.

Nas reuniões alerte as outras mães e pais sobre o alimento correto para as crianças. Com certeza, muitas delas devem estar passando por problemas como o seu em relação ao filho escolher somente guloseimas.

Ao ver os colegas se alimentando de forma saudável, todos os outros seguirão o exemplo. Escolha alimentos como:

– Frutas frescas: Descubra qual delas seu filho mais gosta. Tente fazer um revezamento e envie mais de uma, se possível;

– Sanduíche natural no pão integral: muitas crianças nunca comeram e podem estranhar a princípio, mas procure colocar alface, tomate e cream cheese para aumentar o sabor;

– Bolo simples: não enfeite muito, nada de coberturas e recheios, apenas o bolo com seu sabor original;

– Água de coco: do próprio coco seria ideal, mas as de caixinha podem ajudar;

– Polvilho sem gordura hidrogenada: o importante é mantê-los afastados dos salgadinhos comuns e das gorduras hidrogenadas;

– Frutas secas e oleaginosas: castanhas, nozes, amendoins são ótimo para auxiliar na concentração e ajustar o colesterol;

– Ovo cozido: qualquer dieta decente exige ovo, o cozido dura mais tempo;

– Leite fermentado sem corantes: Yakult é uma ótima pedida;

– Purê de frutas: invente o que for possível para que seu filho coma. Existem purês de frutas prontos, mas veja com atenção sobre adição de conservantes e açúcares;

– Suco de frutas integral: Frutas é a ordem, quanto mais melhor. Evite os sucos de caixinha, em geral são um conjunto de água, açúcar e corantes, o que prejudica a saúde de qualquer um.

O que evitar na lancheira

Alimentos artificiais ou muito gordurosos nunca são boas opções. Os lanches das cantinas e lanchonetes escolares precisam ser revistos recentemente por conta das coxinhas, salgadinhos, doces, balas, etc, o que significa que o melhor é evitar as guloseimas na hora de montar a lancheira.

Gorduras hidrogenadas estão presentes em quase todos os alimentos saborosos, assim como açúcar e conservantes. Leia sempre o rótulo para saber quais são os ingredientes do alimento.

Carol de Castro


Fazer com que as crianças tenham uma alimentação saudável nem sempre é tarefa muito fácil, a quantidade de guloseimas e comidas do tipo fast food a que elas têm acesso é muito grande, dificultando a criação de hábitos saudáveis.

Algumas medidas não só podem como devem ser tomada para controlar esse processo de alimentação.

Crie limites quanto à quantidade de guloseimas que a criança pode ingerir, estipule um dia na semana para comer determinado doce ou chocolate, evite fazer lanches e refeições fora de hora, o ideal são 6 refeições diárias.

Incentive a ingestão de verduras e legumes nas refeições principais, substitua os refrigerantes pelos sucos naturais, coloque sempre frutas na lancheira da escola.

Ajude seu filho na educação alimentar, ela é fundamental para o desenvolvimento da criança.

Por Milena Evelyn


Atualmente, as crianças se alimentam muito mal: lanchonetes e pizzarias fazem a festa da garotada! No entanto, os pais devem ficar atentos ao que seus filhos comem, pois a má alimentação lhes acarretará problemas graves na saúde, como a diabetes tipo 2, a hipertensão e a obesidade.

Para tanto, o primeiro passo será mudar os hábitos alimentares dos pais, pois é neles que a criança se espelha. Se é difícil cozinhar em casa, existem legumes e verduras que vêm lavados e cortados. É só cozinhar, temperar e servir.

Monte pratos coloridos. O ideal é dividi-lo em quatro partes: 1/4 do seu prato deve ser composto por carboidratos simples, como o arroz, batata ou massas; 1/4 por legumes e verduras cozidos e crus; 1/4 por proteína animal (carnes, aves ou peixe), mas sem muita gordura e, por último, 1/4 do prato de proteínas vegetais, como o feijão, lentilha ou grão-de-bico. Assim, você terá uma alimentação balanceada, evitará problemas de saúde não apenas em seus filhos, mas na família toda.

Por Flávia Yoshitani


As bebidas energéticas são comuns entre estudantes universitários, crianças e são parte da lista de compras e consumo, em muitos lares americanos

Um novo relatório, publicado pela revista Pediatrics, sugere que as bebidas energéticas podem ser perigosas para a saúde das crianças

Segundo o relatório, os riscos de saúde podem ser especialmente preocupantes para as crianças com condições tais como TDAH, diabetes ou doenças cardíacas.

Dr. Steven Lipshultz, presidente do departamento de pediatria da Universidade de Miami, se preocupa com o fato de que as bebidas energéticas, que são classificados como suplementos alimentares, não estão regulamentadas pela Food and Drug Administration (FDA).

Isso significa que elas não têm que seguir os limites estritos que o FDA impõem e são compostas por ingredientes potencialmente perigosos, tais como a cafeína (um dos principais componentes das bebidas energéticas).

Lipshultz tornou-se pessoalmente interessado no assunto, quando as crianças começaram a chegar ao hospital depois de ficarem doentes após consumirem bebidas energéticas. 

"Como eu comecei a pesquisar, fiquei muito surpreso com o que eu encontrei", diz ele.

Por Gy Camargo


Para os baixinhos crescerem saudáveis é indispensável uma boa alimentação. Mas o que fazer se seu filho come pouco, só gosta de bobagens ou escolhe demais? Segundo a nutricionista Bruna Camargo, da Materna Escola Infantil, a alimentação adequada é a que reúne todos os ingredientes necessários para o desenvolvimento da criança. Confira as dicas da profissional de saúde:

Ofereça porções de comida próprias, levando em conta o tamanho o estômago da criança;

Varie os alimentos. Comer a mesma coisa todo dia não dá!

Incremente o prato com alimentos de cores variadas.

Evite que seu filho belisque entre as refeições.

Mantenha legumes e verduras em todas as refeições.

Caso a criança não aceite a refeição, não a obrigue comer para que ela não fique traumatizada.

Por Amanda Pieranti


As aulas já recomeçaram nas escolas de todo o Brasil, e os pais voltam a ter aquela preocupação sobre que tipo de alimento colocar na lancheira de seus filhos. Esse é um momento de muitas dúvidas, pois as crianças preferem os quitutes das cantinas escolares ao lanche de casa.

Mas esse hábito de trocar o lanche de casa pelos salgadinhos e hambúrgueres da cantina está provocando o aumento de peso das crianças brasileiras, o que pode ser prejudicial para elas no futuro, pois poderão tornar-se adultos obesos.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou uma pesquisa no final do ano passado, que constatou que uma a cada três crianças de cinco a nove anos de idade possuem excesso de peso, um percentual de 33,5%, e o número de crianças obesas no país já é de 14,3%.  

A preocupação em melhorar a alimentação infantil já atingiu as instituições de ensino e, em algumas delas, existem programas de alimentação saudável e campanhas educativas para que as crianças comam alimentos leves e nutritivos

Ao montar a lancheira de seu filho, procure sempre frutas variadas da época, lanches preparados com queijo branco no lugar da mussarela e sucos de frutas naturais.

Por Selma Isis


A partir da próxima semana, grande parte das escolas iniciam seu ano letivo. Porém, antes que seu filho retome às atividades escolares, que tal levá-lo para uma consulta ao dentista? É importante que o profissional avalie se a criança ou o pré-adolescente está com a dentição em dia, pois durante as férias é natural que costumem relaxar com os cuidados da higiene bucal.

Esse “esquecimento” em escovar os dentes dos jovens ocorre pelo fato do abandono dos horários determinados no período escolar. Além disso, muitas crianças passam as férias em acampamentos ou colônias de férias, sem a supervisão dos pais, e acabam deixando a escova de dentes de lado.

Outro motivo para a importância de visitar o dentista é para que ele verifique se o consumo de doces, refrigerantes e salgadinhos possa ter colaborado para o surgimento de cáries e problemas na gengiva.

Por isso, agende a visita de seu filho ao dentista de sua confiança e procure orientá-lo a cuidar sempre de seus dentes durante todo o ano, para ter dentes fortes e gengivas sadias no futuro.

Por Selma Isis

Fonte: Dr. Cícero Lascala, mestre e doutor em Diagnóstico Bucal pela USP


Por possuírem pouca massa corporal, as crianças são mais propensas à desidratação, por perderem líquido corporal mais rapidamente. Sendo assim, os pais devem ter um cuidado maior na hidratação de seus filhos durante o verão, pois esta é a época em que elas gostam de brincar ao ar livre, mesmo sob o sol forte.

Confira algumas dicas para evitar a desidratação em seu filho:

  • Procure estimular seu filho a beber de meio a um litro de água diariamente, principalmente durante os dias mais quentes ou quando estiver com febre;
  • Se a criança não gostar de tomar tanta água pura, podem ser consumidos leite, água de coco, isotônicos e sucos ao longo do dia;
  • No caso dos bebês em fase de amamentação, eles não têm a necessidade de ingerir água, sucos ou outros líquidos, pois o leite materno oferece a hidratação suficiente;
  • Além de oferecer líquidos ao seu filho, procure vesti-lo com roupas leves, deixá-lo em ambientes bem ventilados e evitar que fiquem ao sol no período das 10h às 16h.

Por Selma Isis

Fonte: Guilherme Moura, nutrólogo do Hospital Nossa Senhora das Graças.   


A prática de exercícios físicos garante uma vida saudável e disposição para qualquer idade. No caso das crianças, isso não é diferente, tanto que a partir dos seis meses de idade já é possível praticar natação, por exemplo. Veja os diversos benefícios que a prática regular de atividades físicas pode proporcionar ao seu pequeno:

  • Quanto mais cedo o esporte for incentivado, maior será a coordenação motora e o desenvolvimento psicológico da criança. Especialistas recomendam a natação a partir dos seis meses até os quatro anos de idade, por ser uma modalidade que realiza um trabalho em toda a musculatura do corpo e no sistema cardiovascular;
  • Após os quatro anos, são indicados esportes como o jiu-jitsu por beneficiar a criança em diversos fatores, como a força, resistência, flexibilidade e coordenação motora, além de proporcionar auto-confiança e disciplina para o jovem praticante;
  • Antes de escolher a atividade física para o seu filho, fique atento para que o esporte seja um momento de diversão junto aos coleguinhas. Pois, além de ser importante para a saúde e melhoria das habilidades psicomotoras, a prática de qualquer modalidade esportiva ajuda no desenvolvimento intelectual infantil, melhorando seu desempenho escolar e o convívio social. Especialistas também indicam a prática esportiva em casos de crianças hiperativas.

Por Selma Isis

Fonte: João Gabriel Sobrinho, fisioterapeuta, faixa-preta em jiu-jitsu e proprietário de academia em Belo Horizonte (MG).


Muitos pais têm problemas com a alimentação dos seus filhos. Crianças com hábitos alimentares desregulados e uma dieta deficiente em nutrientes podem ter o seu desenvolvimento prejudicado.

Algumas medidas devem ser tomadas para incentivar e educar as crianças a terem hábitos mais saudáveis: 

  • Coloque limites na ingestão das guloseimas, elas contém muito açúcar e calorias.
  • Estipule um numero de refeições a serem feitas diariamente e evite comer qualquer alimento entre uma e outra, o ideal são 6 refeições diárias.
  • Não incentive a ingestão de alimentos em troca de presentes ou doces como sobremesa.
  • Na hora de se alimentar, faça com que a criança se sente à mesa e use os talheres, evite brincadeiras excessivas, comer é coisa séria.
  • Inclua muita fruta e sucos naturais nos lanches, incentive os legumes e verduras.
  • Procure variar o cardápio semanal tornando a alimentação algo divertido e explique a importância de comer bem. Bons hábitos dão bons resultados.

Confira o vídeo abaixo com dicas da Nutricionista Francine Schmidt sobre alimentação infantil:

Por Milena Evelyn


– Com 6 meses:
3ª dose de:
Vacina Tetravalente;
Vacina contra a Pólio;
Hepatite B;
Vacina Antipneumocócica Conjugada Heptavalente.
1ª dose da vacina Influenza, contra a gripe.

– Com 7 meses de idade:
2ª dose da vacina Influenza, contra a gripe.

– Com 9 meses:
Vacina contra a Febre Amarela – Dose Única.

– Com 12 meses de idade:
Tríplice Víral, contra sarampo, rubéola e caxumba – Dose Única.
1ª dose de:
Hepatite A;
Varicela, contra a catapora.

– Com 15 meses de idade:
Vacina contra a Pólio – Reforço.
Tríplice bacteriana – 1º reforço – contra diarréia, tétano e coqueluche.
Vacina Antipneumocócica Conjugada Heptavalente – Reforço.

– Com 18 meses:
2ª dose da vacina contra a hepatite A.

– de 2 anos até 5 anos é necessário anualmente tomar a vacina Influenza contra a gripe.

– De 4 a 6 anos de idades:
2º Reforço da tríplice bacteriana.
Reforço da Tríplice Viral.

Fernanda T. Sodré


Os bebês são os que mais precisam de vacinas. Os papais devem ficar atentos ao calendário de vacinação para que seus filhos não fiquem sem proteção. Guarde o cartão de vacinação para manter organizada a saúde dos pimpolhos.

– Ao nascer
1ª dose da vacina contra a hepatite B

– Com 1 mês de idade
2ª dose da vacina contra a hepatite B

– Com 2 meses
São quatro tipos de vacina (todas são a 1ª dose)
Vacina Tetravalente contra difteria, tétano, coqueluche, meningite, entre outras doenças.
Vacina contra a Pólio – paralisia infantil.
Vacina oral de rotavírus humano contra diarréia e desidratação.
Vacina Antipneumocócica Conjugada Heptavalente contra a meningite pneumocócica, pneumonia e sinusite.

– Com 3 meses
1ª dose da vacina Antimeningocócica C Conjugada, contra a meningite meningocócica C.

– Com 4 meses de idade
A 2ª dose das vacinas:
Vacina Tetravalente;
Vacina contra a Pólio;
Vacina oral de rotavírus humano;
Vacina Antipneumocócica Conjugada Heptavalente.

– Com 5 meses de idade:
2ª dose da vacina Antimeningocócica C Conjugada.

Fernanda T. Sodré


Cerca de 25% das crianças costumam se queixar de dor nas pernas, as chamadas dores do crescimento.

As dores geralmente surgem no final do dia ou inicio da manhã, é bilateral e intensa. Não apresentam sinal de inflamação, inchaço ou febre e acometem crianças de todas as idades.

A causa não é conhecida, afirma-se que é originaria do processo de crescimento comum em toda criança.

A qualquer sinal desses sintomas procure um médico para que seja feita a avaliação da criança e através de exames encontrarem o diagnóstico adequado. Durante as crises recomendam-se massagens e analgésicos para aliviar as dores.

O tratamento é temporário já que é uma doença benigna e tende a desaparecer com o passar do tempo não deixando nenhuma seqüela na criança.

Por Milena Evelyn


Algumas crianças costumam apresentar problemas na escola, o rendimento dela se torna baixo, surgem à falta de atenção, preguiça e distração constante. Muitas vezes o problema pode estar relacionado à visão.

Os pais devem ficar atentos à alteração dos hábitos das crianças para que os problemas de visão não se agravem e comprometam o desenvolvimento.

As quedas freqüentes ou esbarrões nos objetos dentro de casa e na escola podem ser um indicativo de problemas visuais.

Qualquer alteração com relação aos olhos o oftalmologista deve ser consultado o mais rápido possível.

Crianças com lacrimejamento, sensibilidade à claridade ou piscar excessivo devem ser avaliadas por um especialista.

A primeira visita ao oftalmologista deve ser feita aos 6 anos de idade, período no qual a maioria dos problemas ainda tem cura com mais facilidade, além de ser a época em que eles estão iniciando a vida escolar.
Fique atento!

Por Milena Evelyn





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