Introdução da alimentação sólida em bebês requer cuidados. Confira aqui algumas dicas.

A amamentação deve ser exclusiva até o 6º mês de vida do bebê. A partir desta fase, inicia-se a fase da alimentação de transição, na qual o bebê passará aos poucos a familiarizar-se com os alimentos sólidos. O recomendado é que se continue amamentando até os 2 anos de idade, não mais como amamentação exclusiva e sim complementar, já que a partir do 6º mês de idade somente o leite materno ou artificial não será mais suficiente para nutrir o bebê, que já estará em uma fase de desenvolvimento na qual necessitará de maior variedades de nutrientes para se desenvolver.

Porém, nem sempre é assim. Muitas vezes antes mesmo de completar o 6º mês, a mãe se vê em situações que a levam a antecipar esta fase. Sendo assim, muitas vezes a dieta sólida é iniciada no 4º mês de vida. Os motivos são diversos: a volta ao trabalho, problemas com amamentação ou até mesmo falta de informação. Ainda existem mães que não sabem ou não dão a devida importância à necessidade da amamentação exclusiva, a verdade é que chegará o dia em que o bebê passará a conhecer novos alimentos além do leite materno ou artificial e toda mãe deve estar preparada para este dia.

O momento da introdução da dieta sólida é de grande preocupação, pois nem sempre é tão fácil para que os bebês aceitem esta nova forma de se alimentar. Até então ele vinha se alimentando somente de dieta líquida, então a textura dos alimentos no primeiro momento é novidade e requer uma fase de adaptação que pode ser mais fácil pra alguns e nem tão fácil pra outros, cada caso é um caso, portanto requer muita atenção, dedicação e paciência por parte das mães e cuidadores.

Juntamente com o pediatra, a mãe irá aprender como deverá introduzir aos poucos esta dieta gradativamente, iniciando pelas frutas, papinhas, sucos e sopas. É importante estar ciente da importância de ferro e vitaminas, que geralmente será suplementado com indicação médica, complementando às refeições. É preciso também ter cuidado na adição de sal e de açúcar na dieta do bebê, pois isso irá interferir em sua saúde a longo prazo, todos estes e outros conhecimentos são importantes e devem ser passados para os pais pelos profissionais. Portanto, é importante desde o primeiro momento de vida que este bebê seja acompanhado regularmente pelo pediatra, que será um grande aliado nesta fase.

LILIAN JEANE SANTOS DE OLIVEIRA


Após 70 anos de uso e a suspensão pela Anvisa no ano passado, o medicamento Funchicórea -santo remédio que alivia as cólicas do bebê – voltará a ser vendido ainda este ano no Brasil.

Embora muitos pediatras prefiram não tocar neste assunto com as mamães para não induzir os pequeninos ao uso constante de chupetas (ou bicos), já que boa parte das mamães não seguem a instrução correta que seria a dissolução em água, o medicamento fitoterápico tem efeito quase imediato e ainda é muito procurado em todos os Estados.

A fórmula deve apresentar as mesmas características (folhas de chicórea, raiz de ruibarbo e flores de funcho).  A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou oficialmente  a renovação do produto sob o número 3.766 no dia 8 deste mês.

Foto: Divulgação

Apesar da polêmica sobre a sacarina (uma espécie de adoçante) em sua composição, alguns pediatras e homeopatas acreditam que seu efeito é agudo e dessa forma o bebê elimina o que ingerie rapidamente descartando todos os efeitos colaterais.

Esse medicamento tão famoso indicado pelas vovós tem um baixo custo e mesmo com alguns substitutos que continuaram a circular na praça, o Funchicórea continua sendo o mais procurado. Agora que já foi liberado novamente, basta aguardar e torcer para que esse retorno seja realmente em breve.

Por Luciana Ávila





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