Proibição se deve ao fato do órgão ter encontrado excremento e pelo de roedor no alimento.

Essa semana a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, anunciou a proibição de venda e de distribuição de um produto alimentício, por encontrar nele pelos de ratos inteiros e fragmentados, além de cocô de rato, pedaços de insetos e larvas inteiras de insetos. Não é a primeira vez que isso acontece e lotes são retirados dos supermercados, dessa vez foi o arroz da marca Favorito.

As análises do produto foram realizadas no Centro de Laboratório Regional, mais precisamente pelos pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz Campinas III.

Nas amostras analisadas do arroz longo fino do tipo 1, da marca Favorito ,cujo lote é 00204, com validade para fevereiro deste ano, foram encontradas os excrementos, pelos de roedores, partes de insetos e larvas.

Dessa forma, o resultado foi publicado no “Diário Oficial Da União” na primeira segunda-feira de 2017. O arroz é empacotado e também distribuído pela empresa chamada Total Cesta Básica de Alimentos Ltda-ME, cujas instalações ficam na cidade próxima a Belo Horizonte, em Contagem (MG). A empresa, segundo determinação da Anvisa, deve fazer o recolhimento de todo o estoque desse lote, que ainda existem no mercado.

Casos como esse, vez ou outra aparecem no mercado de alimentos no Brasil. A Anvisa, desde o ano de 2014 já havia criado uma resolução sobre esse tipo de problema. A resolução fala sobre esse tipo de matérias estranhas, que podem ser microscópicas e macroscópicas, que podem ser encontradas em bebidas ou alimentos, colocando assim um limite de tolerância e também providências para quando esses limites forem ultrapassados.

Muitos consumidores se espantaram com essa resolução que de certa forma aceita esses corpos estranhos em alimentos, ainda que sejam em proporções mínimas. Porém, a Anvisa afirma que em quantidades pequenas esses tipos de elementos quando presentes nas bebidas e nos alimentos não oferecem riscos para a saúde dos consumidores.

É melhor que exista um parâmetro para esse tipo de problema, do que não haver nenhum, como acontece em muitos países.

A ingestão de alimentos contaminados, a depender do tipo de contaminação, pode desencadear muitos problemas de saúde, dos mais simples aos mais complexos. A contaminação por pelos de animais pode acarretar diarreia e até mesmo hepatite.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária está sempre de olho para evitar que esses alimentos cheguem ao mercado.

Sirlene Montes


Após o comunicado da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicitando a retirada de medicamentos utilizados para o controle da obesidade, que contém sibutramina e dos anorexígenos anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol) alegando os altos riscos à saúde que esses medicamentos podem provocar, a comunidade médica se dividiu com relação a eficácia e riscos dos medicamentos citados.

Alguns médicos, especialmente os Endocrinologistas, são contra a proibição da venda e uso desses medicamentos. Para eles, não é necessário banir, e sim aumentar sua fiscalização sobre esses produtos. Segundo o Endocrinologista Márcio Mancini, o estudo feito pela ANVISA para a proibição de tais medicamentos, não foi elaborado por especialistas em obesidade, além disso, consta de uma série de equívocos.

Em nota, a ANVISA informa que em diversos países esses remédios já foram proibidos por serem considerados medicamentos de alto risco aos usuários e obsoletos para este tratamento.

Por Henrique Pereira


Pacientes que fazem uso de remédios inibidores de apetite poderão ficar sem essa opção de tratamento, pois a venda dos medicamentos dessa natureza talvez seja proibida no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou reunião com profissionais da área de saúde, no dia 23 de fevereiro, para discutir os malefícios caudados por medicamentos redutores de apetite e a possibilidade de proibição no país.

De acordo com a Anvisa, este tipo de droga atua no sistema nervoso central e causa muitos riscos aos pacientes, ao ponto das desvantagens no seu uso ultrapassarem as vantagens. Especialistas em tratamento contra obesidade afirmam que pacientes ficarão sem alternativas para tratar a obesidade, fazendo com que muitos passem a comprá-lo no mercado clandestino de medicamentos.

Há cerca de 30 anos sendo comercializados no Brasil, os remédios a base de sibutramina e de derivados da anfetamina foram debatidos na reunião cujo resultado vai gerar polêmicas, pois de um lado alguns médicos especialistas são a favor e do outro, a Anvisa, é contra os remédios para emagrecimento.

Por Andrea Gomes


Acontecerá no dia 23 de fevereiro a audiência pública que vai debater o cancelamento do registro de medicamentos que contenham sibutramina e dos anorexígenos anfetamínicos, como anfepramona, femproporex e mazindol.

A intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária é propor a retirada total dessas substâncias (mais conhecidas como “inibidoras de apetite”) do mercado. A agência está fundamentada em pareceres técnicos recentes que comprovam o alto risco do uso continuado desses medicamentos.

Tais riscos vão desde problemas cardiovasculares e cardiopulmonares, até complicações no sistema nervoso central, fatores que já fizeram com que outros países banissem tais produtos há bastante tempo.

Por Alberto Vicente


Ao comprar alimentos alguns cuidados são essenciais para evitar riscos à sua saúde. Pensando nisso, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, elaborou uma série de orientações para ajudá-lo a escolher os alimentos de forma adequada:

  • Organize uma lista com os itens a serem comprados antes de ir ao supermercado, lembrando que os produtos com menor prazo de validade não devem ser comprados em grandes quantidades, para evitar o desperdício;
  • Embora o preço seja importante, escolha o estabelecimento pela higiene dos atendentes e pela organização e limpeza do local;
  • Durante as compras, coloque os alimentos perecíveis por último no carrinho. Perecíveis são aqueles que precisam de uma temperatura adequada para sua conservação, como carnes e laticínios;
  • Sempre verifique a data de validade dos produtos e também as condições da embalagem, certificando-se de que não estão alteradas – ferrugem, amassos, rasgos, etc.;
  • Confira as informações constantes no rótulo da embalagem para certificar-se do que estará consumindo;
  • Ao comprar sal verifique na embalagem se o produto é iodado. A adição de iodo no sal é obrigatória, pois esse nutriente é fundamental para preservar diversos aspectos da saúde humana;
  • Dê preferência às farinhas de trigo e de millho enriquecidas com ferro e ácido fólico,
  • Quanto aos vegetais, escolha-os pela cor, aroma, grau de maturação e integridade;
  • Alimentos  que exigem refrigeração ou congelamento devem estar acondicionados em locais com a temperatura indicada pelo fabricante;
  • Na compra de peixe observe se olhos estão brilhantes e salientes, se as escamas estão firmes, e se a guelra esta rosada. Eles sempre devem estar congelados ou refrigerados. 

Para mais informações, acesse aqui.

Por Lílian Ávila


Batata frita, biscoitos, salgadinhos de milho e macarrão instantâneo são alimentos que todos gostamos e consumimos sempre. Mas o problema é que eles contêm um alto teor de sódio, gordura saturada e trans, e um consumo elevado pode causar hipertensão e problemas cardíacos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisou mais de 20 produtos industrializados e constatou que o macarrão instantâneo contém um nível muito elevado de sódio (cerca de 167% acima do nível recomendado para o consumo diário). Há, inclusive, algumas marcas que têm duas vezes mais sódio que as outras.

Com relação à gordura saturada, o principal vilão foi a batata frita. Também neste caso, houve grande variação da quantidade de gordura entre as marcas.

De acordo com a Anvisa, os consumidores devem ficar de olho nas embalagens e procurar pelos produtos que contém a menor quantidade destas substâncias que podem fazer muito mal à saúde.

Veja aqui a lista dos produtos analisados pela Anvisa.


Nesta última segunda-feira, 08 de novembro de 2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou duas resoluções no Diário Oficial da União, que tratam dos limites estabelecidos para a utilização de aditivos nos produtos industrializados.

Estes aditivos são substâncias que não possuem valor nutritivo e são colocados nos alimentos para que realcem seu sabor e aparência, como por exemplo os acidulantes, espessantes e corantes.

Uma das resoluções estabelece as substâncias que não possuem limites de ingestão diária, não havendo portanto a necessidade de limitação do uso por parte das indústrias. Já a segunda resolução estabelece limites para substâncias como o alumínio por exemplo, cujo limite de uso diminuiu de 7mg por kg para 1mg por kg, com base nas recomendações do Comitê Internacional sobre Aditivos Alimentares.

Por Elizabeth Preático





CONTINUE NAVEGANDO: