Benefícios da Dieta Mediterrânea – Prevenção de Doenças Mentais e Físicas





Pesquisas revelam que Dieta Mediterrânea pode prevenir doenças mentais e físicas.

Na atualidade, mais do que nunca na história da humanidade, as dietas variam em número e em grau de eficácia. Pois bem, aqui temos a chamada Dieta Mediterrânea, que pode ajudar a prevenir muitos tipos de doenças mentais e doenças físicas.

Existem receitas que vão auxiliar as pessoas em quase todos os sentidos, podem ser psicológicos, emocionais, físicos ou outros. Hoje, com o avanço na medicina e na química, temos uma combinação que se torna a cada dia mais eficiente, na medida em que os especialistas seguem descobrindo as potencialidades das substâncias que a natureza oferece.




Toda pessoa que se enquadre no perfil de personalidade intolerante, no sentido de tornar-se mal-humorada quando está sentido fome, vale a pena saber que essas pessoas poderão ser facilmente acalmadas a partir do preparo de refeições cuja finalidade está muito além de somente preencher o estômago de cada qual, sendo receitas que têm o potencial de favorecer a saúde mental da pessoa.

Existem estudos realizados que podem comprovar a eficácia desse tipo de receita, consistindo em pesquisas rigorosamente efetuadas na Escola de Medicina da Universidade de Atenas, Grécia, a quais indicam que as dietas popularmente conhecidas como as mais saudáveis, entre elas a dieta tradicional mediterrânea, são as que entram na lista das que contém menor potencial de riscos em termos de desenvolvimento da depressão e (ou) de uma série de doenças físicas.


Não foi fácil chegar a esses resultados, entretanto, os mesmos são rigorosamente comprovados, dado que grupos de cientistas puderam avaliar em torno de 22 estudos anteriormente concluídos a respeito desse mesmo assunto. Estas análises se debruçaram sobre as relações que essas receitas de dieta proporcionam entre a alimentação e algum distúrbio. Entre elas, 11 deles estão intensamente relacionadas ao conhecido e temido acidente vascular encefálico, nove estão relacionadas à causas de depressão, oito receitas estão relacionadas à causa de problemas cognitivos e um delas está diretamente relacionada ao problema de Parkinson.

Estes resultados indicam que as pessoas que se tornam adeptas de hábitos alimentares similares à dieta tradicional mediterrânea estão imunes em até 25% a 30% da tendência de desenvolver uma depressão, por exemplo, se compararmos com outros métodos existentes, nos quais indivíduos se atém às famosas dietas clássicas de tipo norte-americanas, que estão repletas de componentes industrializados, de açúcares e de processados.

Estes mesmos estudos indicam, também, que numa divisão e comparação, no esquema de rotina alimentar entre os indivíduos avaliados, dentro das adesões mais altas ou mais moderada, os resultados foram claros.

Todas as pessoas que seguem rigorosamente os protocolos mais saudavelmente recomendados estão bem mais imunes ao risco de sofrer AVC; de sofrer doenças cognitivas; de demência e mesmo de Alzheimer. As pessoas mais afeitas a um tipo de alimentação ao modo mediano estão mais imunes à depressão e às típicas doenças motoras.

Ainda assim, os indivíduos do sexo masculino estão em vantagem, dado que os homens, conforme os resultados apresentados, possuem melhor pré-disposição para os benefícios da dieta, levando em conta, entre outros fatores, a estrutura física mais resistente.

É claro que se trata de uma pesquisa estatística que, embora rigorosamente realizada, apresenta apenas uma fatia da realidade. Este tipo de avaliação é de caráter dito observacional e só categoriza uma linha de análise no meio de demais descobertas não citadas. As pesquisas estão avançando, havendo muito chão pela frente, dado que se trata de uma área bastante dinâmica que relaciona a alimentação às doenças mentais e também físicas.

Paulo Henrique dos Santos



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