Alternativas para Substituir o Açúcar Refinado





Confira aqui 8 opções para substituir o uso do Açúcar Refinado.

A busca por uma alimentação saudável, balanceada em seu conteúdo de nutrientes, passa, inevitavelmente, pela redução do consumo de açúcar. Afinal, o excesso do produto está ligado a problemas como diabetes, gastrite, obesidade, hipertensão e, evidentemente, a obesidade. No organismo, o açúcar desencadeia a liberação do hormônio do bem-estar, que pode provocar o vício em seu consumo.

Em relação ao açúcar branco refinado, a restrição deve ser ainda maior. Durante o processo industrial de refinamento, o alimento perde alguns de seus bons componentes, como sais minerais e vitaminas. Por outro lado, são adicionadas substâncias químicas que podem ser prejudiciais ao bom funcionamento do corpo.




Dessa forma, é importante estar atento a alternativas mais saudáveis para adoçar sua alimentação.

1) Açúcar Demerara: Trata-se de um tipo de açúcar que passa por um processo leve de refinamento. Em função disso, ele recebe poucos componentes químicos. Ele é mais escuro do que o açúcar industrial e dentro de sua composição, há importantes minerais como potássio, ferro e cálcio, além de vitaminas, que enriquecem a alimentação de quem o consome. Possui um poder de adoçamento ligeiramente menor do que o açúcar branco.


2) Agave: Tem origem em uma planta oriunda do México, da família das suculentas. A planta fornece esse néctar, cujo sabor lembra o do mel e possui poder de adoçamento superior ao do açúcar comum. Em sua composição são encontrados minerais como magnésio, zinco e ferro. É composto pela frutose, portanto diabéticos devem consumi-lo com restrição. O consumidor deve também observar seu rótulo. O melhor agave é o orgânico, ao passar por procedimentos industriais ele perde parte de seu conteúdo nutritivo.

3) Melado de cana-de-açúcar: Também é contraindicado a pessoas diabéticas. É a matéria bruta que será utilizada na produção do açúcar. Sem os procedimentos industriais e a adição de produtos químicos, é um produto rico em ferro e indicado no combate à anemia.

4) Mel: Outro produto que não é indicado para diabéticos e pessoas resistentes à insulina. Produzido pelas abelhas a partir do néctar colhido de flores, é um adoçante natural com eficiente ação antimicrobiana. Possui ainda, em sua composição, minerais como ferro, manganês, fósforo, cálcio, sódio e potássio. Sua cor, sabor e aroma possuem variações de acordo com as floradas e do tipo de abelhas que o produz.

5) Tâmara: A fruta, de origem oriental, é rica em sacarose, frutose e glicose. Em sua composição, há sais minerais, vitaminas e fibras. A forma de consumi-la varia, podendo ocorrer com a fruta fresca, como xarope ou seca. Uma tâmara pode ter até três vezes mais potássio do que uma banana. Dentre os benefícios de seu consumo estão a redução da pressão arterial, o fortalecimento dos ossos e alívio na prisão de ventre. A tâmara também é um alimento rico em energia.

6) Xilitol: Visualmente e em sabor, o adoçante lembra o açúcar. É classificado como um álcool de açúcar, devido à sua estrutura molecular. Sua produção é feita a partir de fibras de vegetais e frutas. É um produto composto por calorias vazias, sem vitaminas, sais minerais ou vitaminas, já que é oriundo de refinamento.

7) Stévia: É um adoçante natural muito popularizado no Brasil recentemente. É uma opção aconselhada a diabéticos e a pessoas resistentes à insulina. Uma gota do adoçante equivale a 300 gramas do açúcar refinado e não possui calorias. O adoçante é extraído da planta de mesmo nome, da família dos crisântemos e nativa do Brasil. Uma opção ainda mais saudável é cultivar o arbusto em casa, já que ele não toma muito espaço e suas folhas trituradas são suficientes para adoçar o alimento.

8) Açúcar de coco: seu sabor lembra o da rapadura. Adoça os alimentos como o açúcar branco, tendo a vantagem de não ser submetido ao processo de refinamento. Em sua composição, encontramos vitaminas do tipo B, compostos minerais e fibras como a inulina, que auxilia a manutenção da flora intestinal.

Por Luís Fernando Santos



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