Entenda o vegetarianismo e veganismo



  

Se você é um vegetariano, com certeza já deve ter passado por vários questionamentos como: "Você só come salada?", "Mas você come frango pelo menos?" ou "Um pé de alface também possui vida". Você pode até ter sido um desses questionadores. Em todo caso, entenda agora tudo sobre isso:

1. Saiba diferenciar os tipos:

Antes do mais nada, existem alguns tipos de perfis relacionados ao vegetarianismo, e são eles:

– Vegetariano: pessoa que normalmente não come nenhum tipo de carne. Mas, há alguns que ingerem alimentos derivados e de origem animal, tais como ovos e laticínios. Esses são chamados de ovolactovegetarianos ou apenas lactovegetarianos.

– Vegetariano estrito ou vegano: não ingerem nada que provém de um animal. Eles normalmente se alimentam só com alimentos da terra e se recusam a usar até roupas de couro, além de produtos testados em animais, por exemplo.

2. Alimentação vegetariana ou vegana:





Uma pessoa vegetariana ou vegana troca a proteína da carne, considerada uma proteína animal, por proteínas de origem vegetal. Essas proteínas vegetais normalmente derivam-se da soja e de outros legumes que podem ser processados separadamente para ser acrescentado na alimentação, tais como a batata, os cereais, e outros grãos. Hoje em dia ficou mais fácil levar uma alimentação vegetariana. Em grandes supermercados, por exemplo, é possível encontrar congelados e até produtos laticínios de origem vegetal, que há pouco tempo atrás eram inexistentes ou até inacessíveis por grande parte da população. Há ainda restaurantes e pizzarias com diversos cardápios que apresentam alimentação vegana ou vegetariana.

3. Teorias e práticas:

Durante muito tempo, o vegetarianismo e o veganismo foram vistos como pessoas ligadas à alguma seita ou religião, além de dogmas padronizados por uma certa teoria ou filosofia. Pode até ter ser verdade, na maioria dos casos. Além daqueles que se sensibilizam pela causa animal, vale lembrar também que existem pessoas que são adeptas ao conceito para benefício próprio.

Por Daniela Almeida da Silva



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