O cardápio de uma criança deve ser sempre bem acompanhado de alimentos nutritivos. Porém, esse cuidado é ainda mais primordial nos seus primeiros meses de vida, pois é neste momento que o organismo começa a formação de vários órgãos, tecidos e o desenvolvimento de mecanismos de defesas do corpo contra diversos tipos de doenças.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, as cidades da região Nordeste são as que apresentam maiores índices de crianças com insuficiência de vitamina A no organismo.

A falta dessa importante substância pode causar diarreias e até infecções respiratórias. Outra grave consequência é a xeroftalina, doença que pode causar cegueira.

A vitamina A é capaz de proteger a nossa córnea. Ela também é capaz de conservar as mucosas internas e proteger lugares como o nariz, a garganta, a boca e o estômago.

As mulheres quando estão grávidas podem abusar da vitamina A, pois ela também ajuda no processo de crescimento do feto.  

Podemos encontrar a substância tanto no leite materno, como nas carnes, no fígado, na gema do ovo, na cenoura, no pêssego, na abóbora e no espinafre.

Por Thais Cortez


As vitaminas têm importantes funções para manter uma aparência saudável. Queda de cabelo, pele sem viço e unhas quebradiças podem ser sinal de ausência de alguma delas. As insuficiências vitamínicas podem levar tempo para serem detectadas no organismo, já que sua perda é lenta e progressiva, por isso é importante estar sempre atento ao que se come e fazer exames de rotina para que qualquer reposição possa ser feita imediatamente.

As vitaminas A e E, por exemplo, agem diretamente na saúde da pele, dos cabelos e das unhas. A vitamina A pode ser encontrada tanto em alimentos de origem animal quanto vegetal e entre as fontes estão o fígado, a cenoura, vegetais verde escuro, ovos e leite.

A vitamina E retarda o envelhecimento celular e está presente no gérmen de trigo, em nozes, couve, espinafre, trigo integral, ovos e óleos vegetais. Vale lembrar que o excesso é tão prejudicial quanto a falta de vitaminas, portanto nunca se deve exagerar nas quantidades.

Por Rosane Tesch





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