O pâncreas, localizado na parte superior do abdômen, não é um dos órgãos do corpo humano mais conhecidos. Porém, a glândula tem funções no sistema endócrino e exócrino, entre elas: regular os níveis de glicose no sangue e ajudar na digestão. Doenças no órgão vão desde a diabetes tipo 1 até o câncer, que no Brasil é responsável por 4% das mortes pela doença.
O câncer pancreático é um dos mais perigosos devido a sua difícil detecção, ou seja, ele é muitas vezes diagnosticado tarde demais. Segundo informações do site do Instituto Nacional de Câncer – INCA - a doença é rara em pessoas com menos de 30 anos. Sua incidência é maior a partir dos 50 anos de idade e crítica entre os 65 e 70 anos.
A expectativa de vida de pacientes com câncer pancreático é de cerca de um ano. Porém, recente matéria publicada pelo jornal norte-americano New York Times fala sobre uma pesquisa conduzida pelo 'Anderson Cancer Center', na cidade de Houston, que apontou um pequeno progresso no tratamento da doença.
Alguns pacientes foram submetidos a seções de radioterapia e quimioterapia antes da cirurgia – chamada 'Whiple' - que remove os tumores. Os resultados são pequenos, mas significativos, por enquanto, apenas 20% dos pacientes podem passar por tal processo.
Por Thiago Martins
Fonte: Hepcentro
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Um novo tratamento para câncer de mama, desenvolvido por médicos da faculdade inglesa University College, em Londres, permite reduzir seções de radioterapia para apenas uma, de meia hora.
Ainda em fase experimental, os resultados são otimistas. De 77 pacientes que participaram dos testes clínicos da nova técnica, apenas dois voltaram de desenvolver a doença.
O tratamento consiste na introdução de um aparelho esférico, parecido com uma bola de gude, após a remoção do tumor. O aparelho, que custa mais de R$ 800 mil, emite ondas de radiação diretamente no local afetado pelas células cancerígenas.
O câncer de mama afeta milhares de mulheres no mundo, apesar da doença também atingir homens em menor proporção. No Brasil, o câncer de mama é o que mais provoca mortes em pessoas do sexo feminino. Os resultados dos testes desse novo tratamento serão publicados em junho desse ano.
Por Thiago Martins
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Segundo uma pesquisa realizada na Universidade da Flórida, o chá do extrato das folhas do mamão papaia possui propriedades que ajudam a combater diversos tipos de câncer.
De acordo com o pesquisador Nam Dang e um grupo de cientistas japoneses, o chá de papaia possui efeito anticancerígeno e combate o câncer de útero, mama, pulmão, fígado, pâncreas, entre outros tumores.
A pesquisa foi feita com o extrato de folhas secas do papaia e, quanto maior a dose recebida do chá, maiores eram os efeitos anticancerígenos.
O extrato da folha de papaia ajuda a estimular a produção de citoquinas Th1, regulando o sistema imunológico e combatendo diretamente o tumor em diversos tipos de câncer, não produzindo efeito tóxico em células normais.
O tratamento contra o câncer utilizando o chá de papaia não deixa sequelas no corpo, como ocorre com quimioterapias e radioterapias.
Quem sabe o chá de papaia possa ser a cura para o câncer? Só nos resta esperar para ver a evolução da ciência
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