Todos nós sabemos da importância da água para nosso organismo, necessitamos dela para viver. Mas poucos sabem que para a água mineral também existe classificação que varia de acordo com os minerais presentes em sua composição. Muitos desses minerais contribuem no tratamento de doenças e distúrbios.

Toda embalagem de água mineral possui em seu rótulo as propriedades da água e da fonte de onde ela foi extraída.

As fluoretadas são as mais consumidas no Brasil e indicadas para a saúde dos dentes e ossos; as radioativas são indicadas para portadores de cálculos renais e biliares, auxiliam na digestão e são calmantes; as carbogasosas são diuréticas digestivas, aconselhadas para quem sofre de hipertensão arterial; as bicarbonatadas sódicas são indicadas no combate de doenças estomacais (gastrites e úlceras), hepatite e diabetes; as oligominerais auxiliam na diurese, no ácido úrico elevado e intoxicações hepáticas; as alcalino-terrosas ou magnesianas são consideradas um digestivo natural.

Para saber mais a respeito acesse o site da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais.

Por Milena Evelyn


Pacientes com HIV respondem bem aos tratamentos em que o selênio está presente. Em quantidades mínimas (até 55 microgramas diariamente), este mineral é importante para o nosso sistema imunológico, no controle da  tireóide (e, portanto, do peso), ajudando na prevenção de outras doenças.

O selênio também diminui a incidência de cânceres de mama, próstata e tumores malignos na bexiga.

Para quem não se expõe muito ao sol, ajuda a prevenir o câncer de pele, além de proteger as células contra a ação dos radicais livres e, consequentemente, envelhecimento precoce.

O selênio pode ser encontrado em brócolis, castanha do Pará, alho, peixes, cogumelos, cereais integrais, frango, semente de girassol, cebola, couve e grãos.

Por Amanda Pieranti





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