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Arquivo da Categoria ‘Gravidez’
 




Dieta da Gestante influencia no hábito alimentar da criança

23, fevereiro, 2010

Um estudo realizado com a população britânica revelou que a ingestão alimentar da mãe durante a gestação influencia mais o hábito alimentar da criança quando comparado com o período pós- parto.

Sabe-se que a concentração de glicose (açúcar) no sangue da mãe durante a gestação é um dos fatores determinantes para o crescimento do feto.

O estudo foi feito com 3 mil casais. Foram avaliados os hábitos alimentares da mãe durante a gravidez e após o paro, os hábitos do pai e os hábitos da criança aos 10 anos de idade.

De acordo com o estudo, a alimentação da mãe durante a gravidez influencia diretamente nos hábitos alimentares das crianças. O consumo de carboidratos, proteínas e gorduras pela mãe durante a gestação, foi positivamente associada com a ingestão dos mesmos nutrientes pela criança. Ou seja, quanto maior o consumo destes nutrientes pela mãe, maior era o consumo das crianças.

Portanto, as mães devem ser adquirir hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para beneficiar o desenvolvimento do feto e o hábito alimentar da criança que irá nascer.

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A Idade da Mulher e a Gravidez – O aumento fertilidade feminina

29, setembro, 2009

Para muitas mulheres, o sonho de gerar um novo ser é uma meta a ser alcançada, não importando o tempo disso. Porém, muitas ressalvas fisiológicas precisam ser levadas em conta, principalmente a de que o corpo de um ser vivo envelhece e com isso, vai perdendo o seu vigor.

A lógica da vida é nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer. A questão está no reproduzir. Ainda não é possível promover está reprodução tardiamente como na plenitude da vida adulta.

O avanço da Tecnologia e da Medicina está ajudando a aumentar a vida fértil da mulher, mas ainda a lógica da vida dita e vai ditar a regras por muito tempo, pois se trata de leis da natureza.

nutricionista Envelhecimento, Gravidez, Qualidade de Vida

Dicas de Alimentação na Gravidez e na Amamentação

17, setembro, 2009

As mulheres grávidas e também as que estiverem amamentando, necessitam de uma alimentaçao que supra as suas necessidades.

A alimentação deve ser rica em alimentos que contenham ferro, cálcio, vitaminas, proteínas, açúcares e gorduras (estes dois últimos em quantidades normais), para que seu filho nasça saudável. Estes nutrientes são muito importantes para  o bebê se desenvolver normalmente e manter sua saúde.

As mulheres grávidas devem se alimentar bem porque o bebê se alimenta através do corpo da mãe. A alimentação equilibrada evita a anemia no bebê e na mãe. Se a alimentação for insuficiente, a criança pode nascer fraca e com baixo peso.

Todas as gestantes devem comer alimentos fibrosos (folhas, vegetais crus, frutas, grãos integrais) em quantidades maiores, pois ajudam o intestino a funcionar melhor, evitando a incômoda prisão de ventre.

Tanto a gestante, quanto a mãe que está amamentando devem tomar muito líquido (águas, sucos, chás), consumir alimentos como ovos, leite, carnes, feijão e arroz.

Os alimentos gordurosos, frituras, massas, doces e refrigerantes devem ser evitados pois podem fazer a gestante engordar e o excesso de peso pode dificultar o parto.

O sal deve ser utilizado moderadamente e, em casos de hipertensão (pressão alta), a gestante deverá fazer uma restição mias severa.

Quando sentir sensação de mal-estar (enjoo, vômito), procure comer mais vezes ao dia em menores quantidades.

Lembre-se que a alimentação é também muito importante durante a amamentação, pois o bebê continua dependendo da mãe para nutrir-se. O aleitamento é o prolongamento da gestação.

Toda gestante ou nutriz (mãe que amamenta) devem evitar bebidas alcoólicas , cigarros e remédios sem precrição médica, pois podem causar problemas na mãe e no bebê.

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Obesos têm mais complicações com a Gripe Suína

24, julho, 2009

Já se sabe que o índice de mortalidade da gripe A (H1N1), conhecida como Gripe Suína, é baixo (0,5%), semelhante ao da gripe comum. O que estudiosos descobriram é que a Obesidade é um fator de risco para as complicações clínicas da gripe suína.

Um estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em Atlanta, Estados Unidos, verificou uma frequência de obesidade entre os casos mais severos da gripe suína.

Os obesos, mesmo sem ter uma doença estabelecida, costumam ter a ventilação do pulmão prejudicada. Ou seja: a quantidade de ar inspirada é menor do que a inspirada por indivíduos com peso normal.

Como o vírus H1N1 prefere se instaler nos pulmões, isto está levando uma maior complicação respiratória nos obesos.

O risto é alto em obesos porque, além das complicações respiratórias a obesidade traz algumas doenças associadas como diabetes, hipertenção, triglicerídeos elevados e colesterol alto que podem afetar o sistema imunológico.

As pessoas que possuem o Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30 são as que correm mais risco.

Calcule o seu IMC através desta fórmula:

formula

Gestantes também são grupos de risco para a gripe suína. As alterações em seu metabolismo e a retenção de líquidos causada pela gravidez pode dificultar a chagada das células de defesa e isso facilita a multiplicação do vírus.

Ir atrás de um atendimento médico rápido é fundamental. Portanto, procure um médico caso tenha os seguintes sintomas: Febre alta, dor de cabeça, irritação nos olhos e narinas, tosse,  dores no peito, dor muscular e nas articulações e coriza.

nutricionista Doenças, Gravidez, Gripe Suína, Obesidade, Saúde

Obesidade pode causar infertilidade em mulheres e homens

11, maio, 2009

A obesidade já é considerada como uma grande epidemia mundial. O excesso de peso possui um impacto muito grande na saúde, inclusive na fertilidade

A obesidade pode afetar a liberação do óvulo, reduzir a taxa de fertilização e aumentar o risco de aborto espontâneo. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, a obesidade e o excesso de peso atingem 30% das mulheres brasileiras em idade fértil (16 a 45 anos). 

O excesso de gordura corporal na mulher pode alterar os níveis de insulina liberados pelo pâncreas, o que leva a um aumento na produção de estrógeno (hormônio masculino) pelos ovários. Este hormônio dificulta a liberação dos óvulos, limitando as chances da mulher engravidar

Um estudo realizado pelo Fertility (Centro de Fertilização Assistida) verificou que mulheres com IMC (Índice de Massa Corporal) classificados como sobrepeso e obesidade, apresentam uma taxa de fertilização menor e duas vezes mais chances de aborto comparadas com mulheres que apresentaram IMC normal.

O estudo também verificou que mulheres que consomem refigerantes à base de Cola possuem duas vezes menos chance de engravidar. 

A Obesidade também afeta a fertilidade masculina, o excesso de peso reduz o nível de testosterona e aumenta o nível de estradiol, comprometendo a produção de esperma. Além disso, pesquisas comprovam que pessoas com excesso de peso possuem um índice maior de fragmentação do DNA do espermatozóide, gerando falhas na fertilização.

O excesso de peso não está relacionado somente com a infertilidade, mas sim na saúde como um todo. Pessoas acima do peso possuem riscos maiores de desenvolverem doenças cardíacas, diabetes, alguns tipos de câncer, derrame cerebral e artrite. 

Calcule aqui o seu IMC.

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