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Arquivo da Categoria ‘Gravidez’
 






Gravidez – Influência do Estresse na Fertilidade

18, agosto, 2010

Há muitos casais que pretendem ter um filho mas a mulher não consegue engravidar. São muitas tentativas e nada ocorre como o planejado. Dentre algumas coisas que podem estar ocasionando isso o estresse elevado pode ser uma delas.

De acordo com uma pesquisa elaborada na Inglaterra pela Universidade de Oxford, o estresse alto pode reduzir as chances da mulher consiguir ser mãe.  Foram estudadas 274 mulheres com idades entres 18 até 40 anos.

Para a pesquisa nenhuma destas mulheres teriam se submetido a tratamento de fertilidade, ou tentado engravidar naturalmente por mais de três ciclos. Níveis do hormônio do estresse, o cortisol, e do marcador do estresse, a enzima alfa- amilase, foram analisados com teste de saliva. O cortisol não apresentou nenhum efeito contra a gravidez, porém, as mulheres que apresentaram alta na enzima obtiveram uma redução de 12% na fertilidade.

Parece que uma boa dica para algumas mulheres que pretendem engravidar é relaxar.  

Por Oscar Ariel

Fonte: IG

nutricionista Estresse, Fertilidade, Gravidez, Mulheres, Pesquisa

Gravidez – Influência da Alimentação na Fertilidade

12, julho, 2010

Segundo a Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos, Roberta dos Santos Silva,  a alimentação interfere, e muito, na fertilidade de animais e de humanos.

Sabe-se hoje que 8 a 15% dos casais que desejam ter um filho sofrem com infertilidade, e um dos motivos pode estar na qualidade da dieta que interfere na produção do sêmem e na disposição dos óvulos.

Vitamina C e E, betacaroteno e os minerais folato e zinco são indicados para a qualidade do sêmen. Gordura trans traz risco de infertilidade, assim como obesidade e sobrepeso.

O ideal de IMC (Índice de Massa Corporal) seria de 20 a 24 para aquelas mulheres que pretendem engravidar. Essas dicas devem ser aliadas a uma dieta a base de bastante legumes e frutas, ressaltando ainda as gorduras boas e o ácido fólico muito importante na fase da gestação.

Outras dicas importantes seriam a redução de ingestão de açúcar e carboidratos refinados e gordura animal. Recomenda-se ingestão de fontes de fibras e é claro, o que não pode faltar em nenhuma dieta: praticar exercícios regularmente e beber bastante água.

Por Lilian Jeane Oliveira

Fonte: Cyber Diet

nutricionista Alimentação Saudável, Alimentos, Dicas, Dieta, Fertilidade, Gravidez, Mulheres

Bebês – Fatores que levam ao nascimento prematuro

7, julho, 2010

Segundo a pediatra responsável pela UTI Neonatal do Hospital São Luiz (em São Paulo), Graziela Del Ben, doenças como hipertensão, diabetes e infecções podem levar a um parto antecipado.

Inseminação Artificial e a idade da mãe também são fatores que aumentam o risco da gravidez e de nascimento prematuro do bebê. “Cerca de 20% dos bebês que nascem hoje são prematuros e não há uma regra geral para definir o motivo”, disse.

Apesar da necessidade de cuidados especiais, Graziela diz que hoje há muito menos a temer, pois os avanços na tecnologia e na medicina auxiliam o tratamento dos recém-nascidos, evitando assim fatalidades por falta de recursos, como há dez anos atrás existiam.

Por Luana Neves

nutricionista Bebês, Causas, Gravidez, Outros, Prematuros

Aromaterapia para diminuir as dores do parto

25, junho, 2010

A gravidez é um período sensível para muitas mulheres. Algumas sofrem de várias dores e problemas diretamente ligados à sua condição, que são agravadas pela impossibilidade de utilização de vários medicamentos, pois muitos deles podem ser prejudiciais ao bebê.

O parto, apesar de todo o avanço na medicina, ainda é um processo doloroso. Porém, segundo recente matéria veiculada no site do jornal inglês Telegraph, médicos de um hospital da cidade de Bristol, na Inglaterra, começaram a utilizar técnicas de aromaterapia para diminuir as dores do parto.

A aromaterapia consiste no efeito que o odor de certas plantas pode ter nos indivíduos. Para as gestantes, são usados óleos aromatizados que em conjunto com massagens provocam o relaxamento dos músculos e diminuem a ansiedade das gestantes. Um aviso, só pessoas treinadas – tanto em obstetrícia como em aromaterapia - podem aplicar o processo nas mulheres durante o parto.

Por Thiago Martins

nutricionista Aromaterapia, Gravidez, Parto

Drenagem Linfática na Gravidez

13, junho, 2010

Em 2008, quando estava grávida de quatro meses, percebi que minhas pernas estavam muito inchadas, então, resolvi procurar uma massoterapeuta para “ver se dava certo…”. Para minha surpresa e alegria, a Beth, minha “massagista” (ela gosta de ser chamada de massoterapeuta), conseguiu me deixar muito bem durante toda a gravidez, só inchei uma semana antes de ganhar o bebê porque não consegui mais subir as escadarias da estética e tive de parar o tratamento.

Um mês após o parto, continuei com massagens estéticas, ou seja, estou viciada em massagens e meu corpo agradece.  Se você está grávida, não perca tempo, comece o quanto antes sua drenagem linfática e dresfrute, você e o bebê ficarão mais dispostos para o momento da chegada!

nutricionista Drenagem Linfática, Gravidez

Grávidas que Comem Chocolate têm Bebês mais Felizes e Espertos

28, abril, 2010

Um estudo na Finlândia sugere que mulheres grávidas que comem chocolate durante a gravidez, podem dar à luz crianças mais felizes e espertas. Os pesquisadores perguntaram a 300 mulheres antes e depois da gravidez e aquelas que comeram bastante chocolate, disseram ter tido filhos mais felizes. 

Cientistas acreditam que isto pode ser verdade e aconteceria por conta das propriedades químicas do chocolate de trazer sensação de prazer e bem estar.  Além disso, o nível de estresse foi testado e entre as mulheres que comem chocolate durante a gravidez, o nível de estresse tende a ser menos elevado.

A Associação Britânica de Saúde, no entanrto alerta que este estudo ainda não há fundamentos e provas satisfaórios para servir de ciência. Qualquer desculpa para comer chocolate!

Por: Nara Vidal

nutricionista Chocolate, Gravidez

Dieta da Gestante influencia no hábito alimentar da criança

23, fevereiro, 2010

Um estudo realizado com a população britânica revelou que a ingestão alimentar da mãe durante a gestação influencia mais o hábito alimentar da criança quando comparado com o período pós- parto.

Sabe-se que a concentração de glicose (açúcar) no sangue da mãe durante a gestação é um dos fatores determinantes para o crescimento do feto.

O estudo foi feito com 3 mil casais. Foram avaliados os hábitos alimentares da mãe durante a gravidez e após o paro, os hábitos do pai e os hábitos da criança aos 10 anos de idade.

De acordo com o estudo, a alimentação da mãe durante a gravidez influencia diretamente nos hábitos alimentares das crianças. O consumo de carboidratos, proteínas e gorduras pela mãe durante a gestação, foi positivamente associada com a ingestão dos mesmos nutrientes pela criança. Ou seja, quanto maior o consumo destes nutrientes pela mãe, maior era o consumo das crianças.

Portanto, as mães devem ser adquirir hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para beneficiar o desenvolvimento do feto e o hábito alimentar da criança que irá nascer.

nutricionista Alimentação Saudável, Crianças, Gravidez, Hábitos alimentares, Pesquisas recentes

A Idade da Mulher e a Gravidez – O aumento fertilidade feminina

29, setembro, 2009

Para muitas mulheres, o sonho de gerar um novo ser é uma meta a ser alcançada, não importando o tempo disso. Porém, muitas ressalvas fisiológicas precisam ser levadas em conta, principalmente a de que o corpo de um ser vivo envelhece e com isso, vai perdendo o seu vigor.

A lógica da vida é nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer. A questão está no reproduzir. Ainda não é possível promover está reprodução tardiamente como na plenitude da vida adulta.

O avanço da Tecnologia e da Medicina está ajudando a aumentar a vida fértil da mulher, mas ainda a lógica da vida dita e vai ditar a regras por muito tempo, pois se trata de leis da natureza.

nutricionista Envelhecimento, Gravidez, Qualidade de Vida

Dicas de Alimentação na Gravidez e na Amamentação

17, setembro, 2009

As mulheres grávidas e também as que estiverem amamentando, necessitam de uma alimentaçao que supra as suas necessidades.

A alimentação deve ser rica em alimentos que contenham ferro, cálcio, vitaminas, proteínas, açúcares e gorduras (estes dois últimos em quantidades normais), para que seu filho nasça saudável. Estes nutrientes são muito importantes para  o bebê se desenvolver normalmente e manter sua saúde.

As mulheres grávidas devem se alimentar bem porque o bebê se alimenta através do corpo da mãe. A alimentação equilibrada evita a anemia no bebê e na mãe. Se a alimentação for insuficiente, a criança pode nascer fraca e com baixo peso.

Todas as gestantes devem comer alimentos fibrosos (folhas, vegetais crus, frutas, grãos integrais) em quantidades maiores, pois ajudam o intestino a funcionar melhor, evitando a incômoda prisão de ventre.

Tanto a gestante, quanto a mãe que está amamentando devem tomar muito líquido (águas, sucos, chás), consumir alimentos como ovos, leite, carnes, feijão e arroz.

Os alimentos gordurosos, frituras, massas, doces e refrigerantes devem ser evitados pois podem fazer a gestante engordar e o excesso de peso pode dificultar o parto.

O sal deve ser utilizado moderadamente e, em casos de hipertensão (pressão alta), a gestante deverá fazer uma restição mias severa.

Quando sentir sensação de mal-estar (enjoo, vômito), procure comer mais vezes ao dia em menores quantidades.

Lembre-se que a alimentação é também muito importante durante a amamentação, pois o bebê continua dependendo da mãe para nutrir-se. O aleitamento é o prolongamento da gestação.

Toda gestante ou nutriz (mãe que amamenta) devem evitar bebidas alcoólicas , cigarros e remédios sem precrição médica, pois podem causar problemas na mãe e no bebê.

nutricionista Alimentação Saudável, Amamentação, Dicas, Dietas, Gravidez, Recomendações nutricionais

Obesos têm mais complicações com a Gripe Suína

24, julho, 2009

Já se sabe que o índice de mortalidade da gripe A (H1N1), conhecida como Gripe Suína, é baixo (0,5%), semelhante ao da gripe comum. O que estudiosos descobriram é que a Obesidade é um fator de risco para as complicações clínicas da gripe suína.

Um estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em Atlanta, Estados Unidos, verificou uma frequência de obesidade entre os casos mais severos da gripe suína.

Os obesos, mesmo sem ter uma doença estabelecida, costumam ter a ventilação do pulmão prejudicada. Ou seja: a quantidade de ar inspirada é menor do que a inspirada por indivíduos com peso normal.

Como o vírus H1N1 prefere se instaler nos pulmões, isto está levando uma maior complicação respiratória nos obesos.

O risto é alto em obesos porque, além das complicações respiratórias a obesidade traz algumas doenças associadas como diabetes, hipertenção, triglicerídeos elevados e colesterol alto que podem afetar o sistema imunológico.

As pessoas que possuem o Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30 são as que correm mais risco.

Calcule o seu IMC através desta fórmula:

formula

Gestantes também são grupos de risco para a gripe suína. As alterações em seu metabolismo e a retenção de líquidos causada pela gravidez pode dificultar a chagada das células de defesa e isso facilita a multiplicação do vírus.

Ir atrás de um atendimento médico rápido é fundamental. Portanto, procure um médico caso tenha os seguintes sintomas: Febre alta, dor de cabeça, irritação nos olhos e narinas, tosse,  dores no peito, dor muscular e nas articulações e coriza.

nutricionista Doenças, Gravidez, Gripe Suína, Obesidade, Saúde