Quando você vê alguma pessoa sonhando acordado com olhar distante, pensando profundamente, pode pensar que isso é loucura ou algo do tipo. Porém, está muito enganado. Tirar algum tempo do dia para sonhar acordado ajuda a melhorar a sua memória.
Tal afirmação foi apontada em estudo realizado por neurocientistas americanos da Universidade de Nova York. Para a pesquisa foram testadas 16 pessoas entre homens e mulheres, com faixa etária de 22 e 34 anos.
Enquanto os voluntários observavam objetos, cenas ou rostos, seus cérebros foram digitalizados por uma máquina de ressonância magnética funcional. Eles não sabiam por qual razão olhavam as imagens, e por um período de tempo eram instruídos a deixar a mente tranqüila. Após isso os participantes teriam de lembrar o que tinham visto, e uma varredura cerebral constatou que quem sonhou acordado descansando a cabeça havia obtido os melhores resultados.
Por isso, ofereça um repouso à sua mente, ela merece.
Uma das causas mais difíceis em ajudar pessoas que sofrem de depressão é que a doença é totalmente conectada ao cérebro e a estímulos sensoriais. Ela precisa querer ser ajudada para o tratamento dar certo. Mas, como o cérebro tem tanta importância na definição dos tratamentos, cientistas norte-americanos resolveram agir direto ao ponto.
Foi descoberto que a aplicação de impulsos elétricos diários, durante um certo período, dirigido a uma zona particular do cérebro, pode curar quem sofre de depressão, mesmo àquelas que tenham testado sem sucesso vários antidepressivos.
O tratamento se chama "estimulação magnética transcranial", o TMS em inglês, e já foi testando em quase 100 pacientes. Mais estudos ainda serão feitos para a utilização da prática na população.
A complusão por comida é um problema para muitas pessoas obesas que não conseguem emagrecer. Uma nova cirurgia pode ser a solução para este problema: a neuromodulação.
O método já é utilizado contra várias doenças e já esrá sendo testado em obesos nos Estados Unidos. No Brasil, os médicos pretendem iniciar os testes ainda este ano.
Na neuromodulação, um eletrodo é inserido na área do cérebro que controla o apetite. Um cabo ultrafino é intrduzido sob a pele e conectado a um marca-passo.
Os impulsos enviados ao cérebro liberam dopamina, um neurotransmissor que controla a saciedade, fazendo com que a pessoa não coma além do necessário.
O médico neurocirurgião Paulo Niemeyer afirma que a cirurgia ainda está em fase de testes e serão necessários no mínimo dois anos até o procedimento ser totalmente liberado.
O sabor dos alimentos nada mais é do que uma criação do nosso cérebro. Para quem quer comer menos e emagrecer, basta saber “enganar o seu cérebro“, comendo muita salada arroz e feijão. é importante também mastigar bem os alimentos para se sentir saciado mais rapidamente. É tudo uma questão de lógica!
Assista ao vídeo abaixo e descubra como o nosso cérebro funciona quando estamos comendo:
O cérebro é a principal ferramenta do nosso organismo. É ele quem comanda os atos voluntários e involuntários, dentre vários outras funções. Ele utiliza 20% da energia do corpo e requer constante oxigenação – usa aproximadamente 25% do oxigênio inalado.
Por esses e tantos outros motivos é que devemos cuidar da saúde da nossa ‘matriz de comando’. Começando com a alimentação que deve ser balanceada, porém sem exageros.
O café da manha, primeira e mais importante refeição do dia, deverá ser com baixa quantidade de gordura, açúcar e carboidratos e alta em proteínas o que o ajudará a alcançar um alto desempenho mental durante o dia.
A alimentação interligada com um estilo de vida saudável, exercícios físicos, meditação, relaxamento e descanso apropriados ajudam a revigorar e regenerar a mente, equilibrando os comportamentos e emoções do ser humano.
Assim como os seus músculos, o cérebro também deve ser exercitado através do raciocínio, da leitura e de práticas que o estimulem a pensar.
Em suma, um corpo saudável é uma mente saudável, o que proporcionará equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida para o organismo em geral.
Na correria do mundo moderno, temos tido pouco tempo para fazer aquelas coisas que realmente nos dão prazer e isso está deixando a população cada dia mais estressada e doente.
Não deixe que isso aconteça com você também! Retire algumas horas da sua semana para fazer aquilo que realmente lhe traz satisfação, pois, não basta apenas cuidarmos da saúde do nosso corpo se a nossa mente estiver cansada e cheia de problemas.
Chame os seus amigos para um barzinho, leve seu amor ao cinema, saia para dançar, vá ao teatro, enfim procure atividades que lhe propiciem prazer e relaxamento.
Tenho certeza que o seu coração irá funcionar a pleno vapor e junto a isso o seu rendimento profissional será renovado. Pense nisso e mãos a obra!!
Estudos já comprovaram que a carne de peixe ajuda a prevenir doenças cardíacas, mas agora, além do coração, o consumo de peixe ajuda a evitar problemas no cérebro.
Um estudo publicado no “The American Journal of Clinical Nutrition” revelou que as pessoas mais velhas na Ásia e na América Latinha, que tinham uma dieta rica em peixe, tinham menos chances de desenvolver demência.
O estudo foi realizado com 15 mil pessoas com mais de 65 anos na China, índia, Cuba, Venezuela, México, Peru e República Dominicana. As pessoas que consumiam peixes com frequência apresentaram um risco 20% menor de desenvolver demência com relação àquelas pessoas que não comiam ou que consumiam apenas alguns dias por semana. E os adultos que consumiam peixe algumas vezes na semana apresentarm um risco 20% menor da doença do que os que nunca consumiam.
“Existe um efeito gradual, quanto mais peixe você consome, menos chance terá de desenvolver a demência”, comentou o Dr. Emiliano Albanese, principal autor do estudo.
O estudo também mostra que o alto consumo de carne vermelha aumentam as chances de provocar demência, totalmente oposto a carne de peixe. Muitos estudos comprovaram que a carne vermelha pode ser ruim para o cérebro.
Lembrando que a prevalência de demência é estimada em 5% para as pessoas acima de 65 anos e mais de 20% para as acima de 80 anos de idade.