Cortar toda a gordura da alimentação pode aumentar risco de infarto
O alerta sobre o perigo do consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, inimigas do coração, fez muita gente cortar quase todas as gorduras da dieta (inclusive as boas) e abusar das massas refinadas.
Essa troca elevou em 33% o risco de infarto, segundo um estudo dinamarquês publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Outra conseqüência foi a desordem metabólica que leva ao aumento de peso.
Ou seja, radicalizar é a pior medida. O ideal é reservar entre 20% e 35% das calorias diárias para as gorduras, sendo no máximo, 7% saturadas e o restante de mono e poli-insaturadas, presentes no peixe, azeite e castanhas.
Por Danielle Batista

