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Durante quatro anos cientistas do Medical Center da Columbia University, de Nova York, EUA, pesquisaram os hábitos alimentares de 2.148 pessoas em idade de aposentadoria. Neste período 253 desenvolveram o Mal de Alzheimer e os pesquisadores descobriram que aquelas pessoas que se alimentavam mais com castanhas, amêndoas, nozes, peixes, aves, frutas e verduras registraram menos chances de sofrer de demência.
A pesquisa indica, segundo os cientistas, que este efeito preventivo esteja nos níveis de nutrientes específicos que uma dieta como esta contém. Os ácidos graxos (Omega 3), a vitamina E e o ácido fólico aparecem como as mais indicadas, confirmando uma suspeita de que nutrientes podem agir no risco de desenvolvimento da doença.
Por exemplo : os folatos diminuem os níveis da homocisteína no sangue, aminoácido associado ao Mal de Alzheimer. E a vitamina E pode proteger em função de seu efeito antioxidante. Em contrapartida as gorduras saturadas e monoinsaturadas podem aumentar este risco em função da formação de coágulos no sangue.
Por Mauro Câmara
Fonte : IG
