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Em pleno século XI, os adoçantes não são mais utilizados exclusivamente por diabéticos como eram nos anos 80, mas especialmente por pessoas que querem ter seus corpos magros e livres dos malefícios causados pelo açúcar comum.
Alguns adoçantes químicos, como o ciclamato e a sacarina ficam acumulados no organismo, e há indícios de serem potencialmente cancerígenos, por isso o seu uso deve ser moderado e cauteloso. O aspartame não possui implicações cancerígenas, mas há especulações de que possa estar associado a doenças neurológicas.
Para não correr nenhum risco de prejudicar sua saúde, é indicado combinar os adoçantes naturais (legalmente autorizados), como o acesulfame, splenda e a estévia com os outros de origem química. Dessa forma, por possuírem maior poder de doçura, a quantidade utilizada será menor, reduzindo qualquer possibilidade danosa ao organismo.
Por Rachel Bressan
