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O álcool em gel foi alçado à posição de grande estrela no combate ao vírus que causa (e transmite) a gripe suína (gripe H1N1 ou gripe tipo A): os frascos da substância estão em todos os lugares, em consultórios médicos e odontológicos (onde sempre deveriam existir, por uma questão de higiene básica), em restaurantes, escolas, órgãos públicos.
E as pessoas têm usado muito: o setor calcula que a demanda aumentou em até 300%, fazendo com que o produto falte nos pontos de venda, e as pessoas acabem comprando tudo o que aparece, até tipos de álcool em gel que não tem eficácia comprovada no combate ao vírus.
Isso porque caso o álcool em gel tenha mais ou menos de que 70% de solução alcoólica em sua fórmula ele é ineficaz contra o vírus da gripe tipo A. Esse tipo de vírus só é destruído se o produto tiver exatamente 70% de álcool em sua composição. Portanto, recomenda-se a leitura do rótulo do produto, além disso, deve-se evitar álcool em gel com perfume, certas substâncias podem comprometer a higienização que o produto é capaz de oferecer.
