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Foi observado numa pesquisa recente na Califórnia, que consumidores moderados de vinho tinto apresentavam 56% a menos de chance de desenvolver alguma lesão pré-cancerígena no esôfago, o chamado esôfago de Barret.
Esta lesão pré-cancerígena aparece geralmente com o contato em excesso do suco gástrico na parede da região entre o esôfago e o estômago, levando a alterações celulares, que podem aumentar a chance de desenvolver câncer de esôfago.
A obesidade é um grande fator de risco para o aparecimento do refluxo gastroesofágico, que facilita o aparecimento desta lesão.
Nesta pesquisa, foi observado que o consumo de álcool aumenta o risco para alguma alteração na parede do esôfago, porém os efeitos foram contrários com o uso moderado vinho tinto.
Ainda não se sabe as causas deste efeito benéfico, mas acredita-se que isto se deve graças as propriedades antioxidantes do vinho tinto. Substâncias antioxidantes evitam o envelhecimento celular, protegendo-as dos efeitos externos.
Portanto, os antioxidantes do vinho tinto, contabalanceiam o efeito da acidez estomacal na parede do esôfago.
Antes de sair por aí bebendo uma garrafa inteira de vinho um alerta: estes efeitos protetores do vinho surgem somente com, no máximo, duas taças da bebida ao dia
